A Importância do Dízimo para a Igreja

Mesmo antes da vinda do Messias, encontramos no Velho Testamento várias passagens sobre a “devolução do dízimo” ao Senhor. Desde lá, até os tempos atuais, as igrejas são mantidas exclusivamente pelos dízimos e ofertas de seus membros.

Se os membros deixarem de contribuir, a igreja pode passar por dificuldades ou mesmo deixar de existir, justamente por falta de recursos para sua manutenção.

É necessário transmitir aos membros a ideia de que a igreja é a nossa segunda casa e exaltar a sua importância em nossas vidas.

O dízimo é bem antigo na Bíblia, muitas vezes nós nos confundimos e achamos que o dízimo foi instituído pela lei de Moisés.

Entretanto, no livro do Gênesis há um relato onde Abraão deu dízimos ao sacerdote Melquisedeque. Em outra passagem Jacó, filho de Abraão, em vista do que aprendeu com seu pai, também foi fiel a Deus com os dízimos.

Todo cristão deve ter o entendimento de que dízimo não é pagamento, Deus fez o mundo e tudo o que há nele, ele é o único dono de tudo.

Na livre expressão de pensar como ser humano, quando viemos a esse mundo viemos sem nada e quando partimos, partimos sem nada.

Como dito um pouco mais acima, o dízimo já era prática antiga entre os judeus, era uma ordem que vinha de Deus para o seu povo e era uma forma de reconhecer que o sustento de cada um vem exatamente de Deus, o Senhor de todas as coisas.

Jesus quando foi perguntado sobre o dízimo, conforme consta no Livro de Mateus, capítulo 23, orientou aos fariseus que além de dar o dízimo deveriam também praticar a justiça, a misericórdia e a fé.

Assim percebemos que o dízimo não vem da lei de Moisés, vem antes dela e deve prevalecer também depois dela.

O que é o Dízimo?

Reflexões sobre o dízimo devem ter lugar constante em nossas memórias e nos momentos que pensamos em agradecer a Deus pelo que ele nos concede a todo momento.

No âmbito das igrejas, mormente no meio evangélico, dízimo significa a décima parte dos rendimentos pessoais. Nós ofertamos em reconhecimento à graça abundante que Deus nos concede, é a devolução de uma parte do que recebemos.

É uma prática tão antiga quanto as religiões e está intimamente ligado à sua estrutura e evolução, principalmente quando enxergamos a religião como uma comunidade nos moldes da igreja primitiva.

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O Dízimo na Bíblia

Na Bíblia Sagrada encontramos referências a essa prática a começar pelo Gênesis, no Antigo Testamento, nos Evangelhos e nas Cartas de Paulo, no Novo Testamento. Isso sempre como em retribuição ou na esperança da graça abundante do Senhor.

Na sua origem, na língua hebraica, também significa a décima parte. Entretanto, aprofundando o estudo da raiz que vem do árabe encontramos o sentido de grupo, comunidades, de forma que a análise mais profunda ganha um contorno teológico.

Assim, com um olhar mais holístico, plenamente voltado para o sagrado passamos a entender que na sua origem o alcance do dízimo vai muito além das nossas modestas interpretações, passando a um espectro muito mais amplo, o sentido de comunidade e agradecimento a Deus.

Precisamos entender e celebrar o dízimo em todas as nossas relações com Deus, saber que ele nos remete ao sentido amplo de celebração, comunidade e reforça a nossa fidelidade com o Deus.

A Prática do Dízimo pelo Povo Hebreu

O povo hebreu não adotou a prática do dízimo simplesmente como um sinal de gratidão, essa prática estava inclusa em toda uma conjuntura.

Assim, primeiro porque a vida do povo de Israel sempre teve uma ligação muito íntima com a fé no Deus Altíssimo.

O povo hebreu enxergava na prática do dízimo um sentido de justiça social e solidariedade, até porque originalmente o dízimo não era devolvido em espécie, como é hoje.

Era sim em alimentos, gado e outras coisas que tinham mais o sentido de dividir em comunidade, cuidar de todos.

Como lemos no início do Salmos 24, “Do Senhor é a terra e sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”, assim a devolução do dízimo é um momento de confissão de fé.

Que como vimos anteriormente, está relacionado com o sentido de comunidade e a prática de justiça social.

Já no livro de Gênesis, o começo de tudo na Bíblia Sagrada, encontramos um texto que fala sobre o dízimo, aliás uma bela história.

É interessante conhecer todo o seu contexto para que não nos deixemos enganar com falas descontextualizadas.

Abrão e o Dízimo

A história na bíblia nos conta que Quedorlaomer, rei de Elão, juntos com outros reis fizeram guerra contra vários reinos, vencendo a guerra tomaram as cidades. Também prenderam a Ló, filho do irmão de Abrão que habitava em Sodoma, e se apossaram de todos seus bens.

Quedorlaomer juntos com outros três reis se sagraram vitoriosos e tomaram os reinos de Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Belá.

Quando a notícia chegou a Abrão ele armou os criados que nasceram em sua casa, num total de trezentos e dezoito. E assim partiu para guerra contra Quedorlaomer e os reis que estavam com ele. No fim, Deus deu a vitória para Abrão.

Após a grande vitória de Abrão, diz a Bíblia que ele tornou a trazer todos os seus bens, tornou a trazer também a Ló, filho de seu irmão e os seus bens e também as mulheres e o povo.

Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho, ele era sacerdote do Deus Altíssimo.

E abençoando a Abrão “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos” (Gn 14:19-20 ARA).

Abrão dá o Dízimo

E continuando com a história, o livro de Gênesis narra que “E de tudo lhe deu Abrão o dízimo” (Gn 14:20 ARA).

O rei de Sodoma, agora liberta de Quedorlaomer, disse a Abrão “Dá-me as pessoas e os bens ficarão contigo” (Gn 14:21 ARA).

Então disse Abrão “Levantei a mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o que possui os céus e a terra, e juro que desde um fio até a correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo que é teu; para que não digas “Eu enriqueci a Abrão”.

Aqui passamos a entender o reconhecimento do patriarca Abrão, Deus ainda não mudou o seu nome, que a vitória não pertencia a ele, nem aos seus criados.

Assim  Deus Altíssimo permitiu e concedeu a vitória, como em tantas outras guerras vencidas pelo povo hebreu.

O dízimo de Abrão, neste momento da história, não pode ser interpretado como algo imposto, nem como uma obrigação, mas como uma forma de agradecer a Deus pela vitória.

Ela tem um contexto diferente, Melquisedeque além de rei de Salém, era também sacerdote do Deus Altíssimo.

Outras Passagens sobre o Dízimo na Bíblia

Existem diversas outras passagens na bíblia que tem o dízimo como pano de fundo, exemplo a de Jacó, quando usurpou a benção de seu irmão.

Na sua fuga, fez uma pedra de travesseiro e Deus lhe apareceu em sonho e de tudo que Ele lhe prometeu Jacó disse que daria o dízimo.

No Novo Testamento, a segunda carta aos Coríntios, no capítulo 9, versículo 7 traz o  texto:

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
(2 Co 9:7 ACF)

Temos que entender, com essas e outras passagens bíblicas que o dízimo sempre está inserido em um contexto religioso, de fé e conexão com Deus.

Por isso não é uma obrigação com a igreja, com o Pastor ou outra instituição religiosa. O dízimo e para manutenção da obra e dos que vivem dela.

O dízimo é um recurso santo para a igreja e para a obra de Deus. É uma ferramenta para a disseminação do evangelho. E exatamente por isso merece a atenção, a igreja vive e existe em função do dízimo e das ofertas.

É importante que a igreja tenha controle sobre esse recurso.

O Zeke é uma aplicação voltada a gestão de igrejas evangélicas. Conta com diversas rotinas integradas, cadastros de membros, crianças, visitantes, controles financeiros e dispensa especial atenção no controle de dízimos e ofertas.

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A Finalidade do Dízimo

É por meio do dízimo e das ofertas que a igreja sustenta sua missão, formando e financiando missionários, enviando-os aos lugares mais distantes, fazendo chegar a palavra de Deus a muitas pessoas e em muitos casos, tendo um papel transformador em suas vidas.

O dízimo também tem a função suprir as despesas de manutenção da igreja, bem como de prover o sustento daqueles que estão a frente da obra de Deus.

Mas é nas ações de evangelização que ressaltamos a grande importância do dízimo para as comunidades cristãs.

Dizimar deve ser, antes de tudo, a formalização de um compromisso de evangelização e de fidelidade a um projeto que foi anunciado por Cristo e deixado para ser cumprido pela igreja, justamente para a salvação dos homens.

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A Importância do Dízimo para a Igreja

A importância do dízimo é tamanha que quando falta a consciência do cristão em relação a sua importância e efetividade a igreja pode deixar de formar e enviar missionários para o trabalho de anúncio do evangelho.

É em vista deste lindo compromisso assumido por muitos cristãos, na efetiva e generosa oferta do dízimo, que a missão de anunciar a salvação do Reino de Deus chega aos muitos povos do mundo inteiro.

Vamos além, devemos entender o ato de ofertar e dizimar como mais do que um compromisso, na condição de membro da igreja, o cristão deve encarar o ato de devolução do dízimo como um direito de participar da obra de anunciar o evangelho.

A Igreja de Hoje

Obviamente que também defendemos a ideia de que a igreja não é o prédio, nem o seu CNPJ, nem o seu estatuto social, mas ela precisa deles para existir no mundo dos homens, sem uma estrutura a igreja não tem como desenvolver os seus trabalhos.

Como dissemos nesse artigo Metas Para a Igreja Crescer, toda instituição deve ter como meta o crescimento de suas atividades e ainda que isso não pode ser diferente com a igreja cristã, justamente para que ela possa alcançar os seus objetivos.

A igreja desenvolve atividades que são próprias e exclusivas dela, tais como batismo, escola bíblica dominical, cultos de evangelização, aconselhamento espiritual, para casais, entre outros, e tudo isso precisa de uma estrutura física, de pessoas para auxiliar e da burocracia para poder funcionar.

Além de todas as atividades e da estrutura que a igreja precisa, ainda temos que lembrar que Deus separa homens e mulheres e os capacita para fazerem a obra, estarem a frente dos trabalhos da igreja e esses precisam tirar dali o seu sustento, aliás, nada mais justo.

Não é necessário muito esforço para entender que tudo isso tem um custo, como sempre enfatizamos a igreja não deve buscar o lucro, como fazem as empresas.

A igreja vai precisar de recursos para sua manutenção e o dízimo é a mola mestra de toda essa estrutura.

No Brasil, o parlamento entendeu a importância dessas receitas para a igreja, na verdade para todas as igrejas, independente do culto, mas nós nos referimos a igreja cristã, assim por força de um mandamento constitucional, as receitas de dízimos e ofertas que ingressam no caixa da igreja estão imunes de toda e qualquer tributação.

Dito tudo isto, é importante que consigamos transmitir essa mensagem ao nosso quadro de membros sobre a importância do dízimo para as igrejas evangélicas, o dízimo tem um valor sagrado para igreja e o dizimista no seu coração cria um vínculo especial com Deus.

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O Papel do Dizimista

Se faz necessário entender que o cristão, sendo membro da igreja, não pode ser um mero coadjuvante nos trabalhos da sua comunidade.

Ele precisa assumir um papel de protagonismo no anúncio no evangelho de Cristo, dessa forma o membro dizimista exerce o seu direito ao ajudar na manutenção da igreja e de todas as suas ações.

Por outro lado, o homem deve travar uma luta em seu coração com o intuito de evitar a sua essência materialista, já nascemos com uma tendência de achar que é o mundo que gira ao nosso redor, cada um de nós é o centro de um mundo próprio.

Temos que entender que, na verdade, Deus é o verdadeiro dono do mundo, aliás é o dono de todas as coisas, quando Ele nos criou, nos deixou a condição de administrarmos o que Lhe pertence.

Temos que nos dar conta de que somos administradores dos recursos que pertencem a Deus e segundo a bíblia sagrada Ele requer a nossa fidelidade, visto que como administradores gozamos de alguns privilégios, entretanto, também temos algumas responsabilidades.

Ser Dizimista

Quando escolhemos ser dizimistas, estamos participando ativamente e não apenas assistindo ao processo de evangelização e manutenção da igreja.

No nosso coração temos que acreditar que o dízimo jamais será uma obrigação, devemos ofertá-lo de forma consciente e espontânea, deixando florescer a nossa generosidade e a nossa preocupação com os destinos da igreja e do povo de Deus.

Devemos encarar o dízimo, o ato de poder doá-lo, como uma alegria e uma benção, por isso ser dizimista é um testemunho de fé em Deus e de confiança em Suas promessas.

Todos nós sabemos que a igreja cristã tem uma grande missão, conforme está escrito no final do Evangelho de Mateus, “pregar e fazer discípulos de todas as nações…”, essa é a ação mais importante, digamos o resultado final das demais ações.

Mas é importante que também tenhamos consciência de que o mundo passou por enormes transformações, evoluiu socialmente, tecnologicamente entre outros aspectos.

Hoje é praticamente impossível pregar na beira da estrada, sobre um monte ou de uma barca na beira do mar como Jesus fazia.

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Tudo é do Senhor

“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam” (Salmos 24:1 ACF). Deus é o Dono de tudo (Colossenses 1:16).

Todas as coisas pertencem a Ele, pois Ele é Criador e responsável pela manutenção da vida (Salmo 145:15, 16).

Desta forma, o cristão mais apegado as coisas de Deus e da igreja deve ter consciência de que tudo a nossa volta remete ao amor generoso de Deus que nos permite usufruir de tudo quanto há na natureza e desfrutemos com responsabilidade, cuidado e amor, estando sempre em comunhão com toda obra da criação divina.

Por isso, alinhados com o amor de Deus e em sinal de nossa gratidão, oferecemos a Deus, num ato de devolução, junto a comunidade onde congregamos, o fruto do nosso trabalho, o nosso dízimo.

Assim o dízimo é um compromisso de cada cristão individualmente com Deus, é a demonstração da nossa generosidade em retribuição ao prêmio maior Dele em nossa vida, ele faz aflorar a nossa fraternidade e a nossa solidariedade com a obra e os mais necessitados.

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7 ACF), assim quando o cristão devolve o seu dízimo ele está praticando um dom recebido e não o pagamento de uma conta.

Na grande maioria das igrejas o dízimo é a principal, senão a única fonte de receitas para manutenção de suas atividades, praticando a generosidade, quando dizimamos exaltamos o nosso compromisso com o Reino de Deus e o anúncio do evangelho.

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O Papel da Igreja com o Dízimo

Por tudo quanto foi falado até agora percebemos a importância e a santidade do dízimo na igreja cristã.

Se há o compromisso do dizimista em devolver o seu dízimo a igreja, o pastor ou dirigente precisa dar continuidade neste processo, controlando e gastando com eficiência esse recurso que é santo para a entidade.

Desta forma, após ingressar nos cofres da igreja, esse recurso precisa ser bem controlado e bem administrado, apesar de ser um compromisso entre o dizimista e Deus, ele precisa estar seguro de que o dinheiro será integralmente aplicado na obra.

A forma mais correta de se fazer isso é instrumentalizar uma rotina de prestação de contas, utilizando os princípios de gestão financeira e contábil de maneira que se produza documentos demonstrando o ingresso das receitas e a devida aplicação dos recursos.

Escrevemos esse artigo Controle Online de Dízimos e Ofertas  que demonstra como você pode controlar os ingressos de dízimos e ofertas na sua igreja de forma online e totalmente segura.

No artigo Gestão Financeira para Igrejas damos várias dicas de como você pode trabalhar a gestão financeira da sua igreja e extrair os melhores resultados da sua administração financeira.

O sistema de controle de dízimos Zeke é uma aplicação web totalmente voltada para a administração de igrejas evangélicas que conta com diversos módulos para controle da secretaria e da tesouraria, incluindo a gestão financeira e controle dos dizimistas.

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Cuidados que a Igreja Deve Ter com o Dízimo

A título de orientação, é válido frisar que o Código Civil proíbe a exposição vexatória das pessoas, por isso é prudente que a igreja não deixe publicar, circular ou afixar lista que contenha valores doados pelos dizimistas ou lista de não contribuintes ou faltantes.

Ainda é bom lembrar que não é proibido a confecção desses relatórios para conferência e trabalho de gestão dos administradores.

O que não é recomendado é expor esses dados ao público, sob pena de a instituição ser responsabilizada civil e criminalmente, portanto, todo cuidado é pouco.

Falando um pouco mais sobre normas técnicas, no Brasil existe uma norma que trata dos procedimentos específicos para os registros contábeis das entidades sem finalidades de lucros e ela enfatiza que:

“As receitas, doações, subvenções e contribuições para custeio ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil”.

Nesse sentido podemos afirmar que somente a igreja tem a capacidade jurídica de documentar o “Fato Administrativo” que se refere ao recebimento da receita de dízimos ou ofertas e isso só é possível com um sistema de controle de recebimentos de dízimos, seja nominal seja pelo total.

O nosso sistema de controle de dízimos Zeke conta com uma rotina específica para o controle e recebimento de todas as receitas da igreja, inclusive dízimos e ofertas.

Você pode criar novos tipos de receita, é totalmente integrado com caixa e bancos e ainda é possível emitir o recibo, inclusive em impressora térmica.

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Perguntas Frequentes sobre o Dízimo

O que é o Dízimo?

No meio evangélico, dízimo significa a décima parte dos rendimentos pessoais. Não é pagamento, e sim a devolução de uma parte do que se recebe, em reconhecimento à graça que Deus concede.

O Dízimo começou com a Lei de Moisés?

Não. O livro de Gênesis registra que Abraão deu o dízimo ao sacerdote Melquisedeque, e depois Jacó também foi fiel a Deus com os dízimos — ambos antes da lei mosaica.

Para que a Igreja usa o Dízimo?

Para sustentar a missão de evangelização, formando e enviando missionários, para suprir as despesas de manutenção da igreja e para prover o sustento daqueles que estão à frente da obra.

A Igreja pode divulgar a lista de quem dízima ou de quem não dízima?

Não é recomendável.

O Código Civil proíbe a exposição vexatória das pessoas, de modo que a igreja não deve publicar, circular ou afixar listas com valores doados nem relação de faltantes, sob pena de responsabilização civil e criminal.

Os relatórios internos para conferência e gestão continuam permitidos.

O recebimento do dízimo precisa de documento?

Sim. A norma que trata da escrituração das entidades sem finalidade de lucro determina que as receitas, doações e contribuições sejam registradas mediante documento hábil, e apenas a igreja tem capacidade jurídica para documentar esse recebimento.

O dízimo de Abrão foi uma obrigação?

Não. Naquele momento da história, o dízimo de Abrão não pode ser interpretado como algo imposto, mas como forma de agradecer a Deus pela vitória concedida.

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