↑ Este artigo faz parte da coleção Personagens Bíblicos — quem foram e o que ainda ensinam à igreja de hoje.
Rute foi uma mulher moabita que viveu no tempo dos juízes, ficou viúva ainda jovem e escolheu acompanhar a sogra israelita de volta a Belém. Ali se casou com Boaz e teve Obede, avô do rei Davi — o que a coloca na genealogia de Jesus Cristo (Mateus 1:5).
Dito assim, parece a história de uma estrangeira de sorte. Mas há um detalhe que muda tudo: Rute pertencia a um povo que a Lei excluía da congregação do Senhor.
Hoje, vamos percorrer essa história do começo ao fim, entender por que a origem dela era um problema tão grande e ver como Deus a colocou na linhagem do Messias.
Contexto Histórico de Rute
Rute nasceu em Moabe, ao leste do Mar Morto, na região que hoje é a Jordânia. Os moabitas descendiam de Ló, sobrinho de Abraão, e por isso eram parentes distantes dos israelitas.

E a primogênita deu à luz um filho, e chamou-lhe Moabe; este é o pai dos moabitas até ao dia de hoje. Gênesis 19:37
Ela viveu durante a época dos Juízes, um período de grande instabilidade para Israel.
Nessa época, Israel não tinha um rei, e a liderança era assumida por juízes, líderes que surgiam em tempos de crise.
Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Juízes 21:25
Foi um tempo de conflitos e incertezas, em que a nação oscilava entre a obediência e a desobediência a Deus.
E levantou o Senhor juízes, que os livraram da mão dos que os despojaram.
Porém tampouco ouviram aos juízes, antes prostituíram-se após outros deuses, e adoraram a eles; depressa se desviaram do caminho, por onde andaram seus pais, obedecendo os mandamentos do Senhor; mas eles assim não fizeram.
E, quando o Senhor lhes levantava juízes, o Senhor era com o juiz, e os livrava da mão dos seus inimigos, todos os dias daquele juiz; porquanto o Senhor se compadecia deles pelo seu gemido, por causa dos que os oprimiam e afligiam.
Porém sucedia que, falecendo o juiz, reincidiam e se corrompiam mais do que seus pais, andando após outros deuses, servindo-os, e adorando-os; nada deixavam das suas obras, nem do seu obstinado caminho. Juízes 2:16-19
Por que Ser Moabita Era um Problema?
Moabe era inimigo declarado de Israel, e a Lei registrava isso sem meias palavras:
Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor eternamente. Deuteronômio 23:3
O mesmo capítulo ainda ordena: “Não lhes procurarás nem paz nem bem em todos os teus dias para sempre” (Deuteronômio 23:6 ACF).
A razão dessa distância vinha de longe. Foram mulheres moabitas que, no tempo de Moisés, seduziram os homens de Israel à imoralidade e à idolatria, o que custou a vida de vinte e quatro mil pessoas (Números 25).
Mais tarde, Moabe invadiu Israel e governou sobre o povo por dezoito anos (Juízes 3:12-14). Warren Wiersbe resume a situação: os israelitas eram proibidos de se casar com mulheres gentias, e especialmente com as de Amom e Moabe1.
Ou seja, quando o texto insiste em chamá-la de “Rute, a moabita” — e ele faz isso cinco vezes —, não está informando um dado geográfico. Está lembrando ao leitor de onde ela veio.
A Tragédia de Rute
Tudo começa com uma decisão de outra pessoa. Havia fome em Belém, e um homem chamado Elimeleque levou a esposa Noemi e os dois filhos para viver em Moabe (Rute 1:1-2).

Repare na ironia que o próprio nome carrega: Elimeleque significa “meu Deus é rei”1. Ele deixou a terra do seu Deus para buscar sustento na terra do inimigo.
A família planejava uma temporada e ficou dez anos (Rute 1:4). Ao fim da década, restavam três viúvas e três túmulos em terra pagã: Elimeleque morreu, e depois dele os dois filhos, Malom e Quiliom, que haviam se casado com moabitas — Rute e Orfa.
Diante da perda, Rute escolheu ficar ao lado de Noemi, deixando para trás a própria família e o próprio povo.
Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.
Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o Senhor, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. Rute 1:16-17
Mais que lealdade a Noemi, aquilo era uma declaração de fé: ela trocou os deuses de Moabe pelo Deus de Israel.
A Jornada para Belém
Noemi decidiu voltar para a sua terra natal. Rute, que podia perfeitamente ter regressado à casa dos pais como fez Orfa, escolheu segui-la.

Assim, pois, foram-se ambas, até que chegaram a Belém; e sucedeu que, entrando elas em Belém, toda a cidade se comoveu por causa delas, e diziam: Não é esta Noemi?
Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso.
Cheia parti, porém vazia o Senhor me fez tornar; por que pois me chamareis Noemi? O Senhor testifica contra mim, e o Todo-Poderoso me tem feito mal.
Assim Noemi voltou, e com ela Rute a moabita, sua nora, que veio dos campos de Moabe; e chegaram a Belém no princípio da colheita das cevadas. Rute 1:19-22
Duas viúvas, sem homem que as sustentasse, chegando a uma cidade pequena onde uma delas era estrangeira e inimiga por lei. A situação era tão delicada quanto parece.
E foi assim que Rute conheceu Boaz.
E tinha Noemi um parente de seu marido, homem valente e poderoso, da família de Elimeleque; e era o seu nome Boaz.
E Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele em cujos olhos eu achar graça. E ela disse: Vai, minha filha.
Foi, pois, e chegou, e apanhava espigas no campo após os segadores; e caiu-lhe em sorte uma parte do campo de Boaz, que era da família de Elimeleque. Rute 2:1-3
Rute em Belém
Elas chegaram no início da colheita da cevada, que acontecia por volta de março e abril; a do trigo viria em junho e julho2. Sem nenhuma fonte de renda, Rute tomou a iniciativa de ir aos campos recolher as espigas que os ceifeiros deixavam para trás.

Isso era um direito previsto na Lei de Moisés, criado justamente para que os pobres e os estrangeiros não passassem fome.
Quando também fizerdes a colheita da vossa terra, o canto do teu campo não segarás totalmente, nem as espigas caídas colherás da tua sega.
Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:9-10
Ou seja, a mesma Lei que barrava a entrada dela na congregação garantia que ela pudesse comer.
Boaz era homem respeitado em Belém, e o encontro nos campos revela o caráter dele.
E eis que Boaz veio de Belém, e disse aos segadores: O Senhor seja convosco. E disseram-lhe eles: O Senhor te abençoe.
Depois disse Boaz a seu moço, que estava posto sobre os segadores: De quem é esta moça?
E respondeu o moço, que estava posto sobre os segadores, e disse: Esta é a moça moabita que voltou com Noemi dos campos de Moabe.
Disse-me ela: Deixa-me colher espigas, e ajuntá-las entre as gavelas após os segadores. Assim ela veio, e desde pela manhã está aqui até agora, a não ser um pouco que esteve sentada em casa. Rute 2:4-7
Quando soube da história dela, Boaz reagiu de um jeito que ninguém esperaria de um israelita diante de uma moabita:
E respondeu Boaz, e disse-lhe: Bem se me contou quanto fizeste à tua sogra, depois da morte de teu marido; e deixaste a teu pai e a tua mãe, e a terra onde nasceste, e vieste para um povo que antes não conheceste.
O Senhor retribua o teu feito; e te seja concedido pleno galardão da parte do Senhor Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar. Rute 2:11-12
Ele a protegeu, garantindo que ninguém a molestasse enquanto trabalhava.
Então disse Boaz a Rute: Ouve, filha minha; não vás colher em outro campo, nem tampouco passes daqui; porém aqui ficarás com as minhas moças.
Os teus olhos estarão atentos no campo que segarem, e irás após elas; não dei ordem aos moços, que não te molestem? Tendo tu sede, vai aos vasos, e bebe do que os moços tirarem. Rute 2:8-9
E foi além do que a Lei exigia: mandou que deixassem cair espigas de propósito para ela.
E, sendo já hora de comer, disse-lhe Boaz: Achega-te aqui, e come do pão, e molha o teu bocado no vinagre. E ela se assentou ao lado dos segadores, e ele lhe deu do trigo tostado, e comeu, e se fartou, e ainda lhe sobejou.
E, levantando-se ela a colher, Boaz deu ordem aos seus moços, dizendo: Até entre as gavelas deixai-a colher, e não a censureis.
E deixai cair alguns punhados, e deixai-os ficar, para que os colha, e não a repreendais. Rute 2:14-16
Ao fim do dia, Rute levou para casa quase um efa de cevada — o bastante para a sogra perguntar, espantada, onde ela tinha colhido.
E esteve ela apanhando naquele campo até à tarde; e debulhou o que apanhou, e foi quase um efa de cevada.
E tomou-o, e veio à cidade; e viu sua sogra o que tinha apanhado; também tirou, e deu-lhe o que sobejara depois de fartar-se.
Então disse-lhe sua sogra: Onde colheste hoje, e onde trabalhaste? Bendito seja aquele que te reconheceu. E relatou à sua sogra com quem tinha trabalhado, e disse: O nome do homem com quem hoje trabalhei é Boaz.
Então disse Noemi à sua nora: Bendito seja ele do Senhor, que ainda não tem deixado a sua beneficência nem para com os vivos nem para com os mortos. Disse-lhe mais Noemi: Este homem é nosso parente chegado, e um dentre os nossos remidores. Rute 2:17-20
Repare na última frase de Noemi. É ali que a história vira.
O Casamento com Boaz
“Um dentre os nossos remidores.” Essa expressão traduz o hebraico goel, o parente resgatador — e é a chave do livro inteiro.

A Lei previa que, se alguém empobrecesse e precisasse vender a propriedade da família, o parente mais próximo tinha o direito e o dever de comprá-la de volta, mantendo a terra e o nome dentro da família (Levítico 25:25-34).
No caso de Noemi havia um agravante: junto com a propriedade vinha a viúva. O resgatador deveria casar-se com ela e gerar um filho que levasse o nome do falecido, herdando as terras — prática conhecida como casamento de levirato (Deuteronômio 25:5-10)2.
Ou seja, a esperança de Noemi não se apoiava na simpatia de Boaz, que podia mudar de um dia para o outro. Apoiava-se num princípio que Deus havia escrito na Sua Palavra.
Foi com base nisso que Noemi orientou Rute:
E disse-lhe Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de buscar descanso, para que fiques bem?
Ora, pois, não é Boaz, com cujas moças estiveste, de nossa parentela? Eis que esta noite padejará a cevada na eira.
Lava-te, pois, e unge-te, e veste os teus vestidos, e desce à eira; porém não te dês a conhecer ao homem, até que tenha acabado de comer e beber.
E há de ser que, quando ele se deitar, notarás o lugar em que se deitar; então entrarás, e descobrir-lhe-ás os pés, e te deitarás, e ele te fará saber o que deves fazer. Rute 3:1-4
Boaz recebeu o pedido com honra — e é nesse momento que ele diz a respeito dela algo que vale reter:
Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa. Rute 3:11
“Mulher virtuosa” traduz eshet chayil, exatamente a expressão que abre o poema de Provérbios 31:10. A moabita recém-chegada já era conhecida em Belém por aquilo que o livro de Provérbios elogiaria séculos depois.
Havia, porém, um obstáculo: outro parente tinha precedência no direito de resgate.
Porém agora é verdade que eu sou remidor, mas ainda outro remidor há mais chegado do que eu.
Fica-te aqui esta noite, e será que, pela manhã, se ele te redimir, bem está, que te redima; porém, se não quiser te redimir, vive o Senhor, que eu te redimirei. Deita-te aqui até amanhã. Rute 3:12-13
O outro parente recusou — resgatar a terra lhe convinha, assumir a viúva não. Boaz então cumpriu o papel de goel, casou-se com Rute e garantiu o futuro das duas (Rute 4:13-17).
Rute na Linhagem do Rei Davi
Rute e Boaz tiveram um filho chamado Obede.

E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E deram-lhe o nome de Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi. Rute 4:17
Obede foi pai de Jessé, que foi pai de Davi. A linhagem completa é curta e vale decorar: Rute e Boaz → Obede → Jessé → Davi. Ela é, portanto, bisavó do maior rei de Israel.
E a história não para em Davi.
E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé;
E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias. Mateus 1:5-6
Volte agora ao Deuteronômio 23:3, que abriu este artigo: “nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor”. Três gerações separam Rute de Davi — e a mulher que a Lei mantinha do lado de fora aparece na genealogia do próprio Messias.
O caminho dela para dentro do povo de Deus passou por um resgatador. Boaz pagou o preço que ela não tinha como pagar, e é essa mesma imagem — a do resgate — que o Novo Testamento usa para falar do que Cristo fez por nós.
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Romanos 8:28
Esboço de Pregação sobre Rute
Um roteiro em três pontos, seguindo os quatro capítulos do livro. Serve para mensagem, estudo de célula, culto de mulheres ou aula de EBD.
Tema: de estrangeira a bisavó do rei — o caminho do resgate. Texto: Rute 1—4 (versículo-chave: 1:16).
- A decisão tomada no pior momento (Rt 1) — Noemi está viúva, sem filhos e voltando de mãos vazias, e é exatamente aí que Rute escolhe: “o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rt 1:16 ACF). Aplicação: a fidelidade que só aparece quando há vantagem não é fidelidade — é cálculo;
- O trabalho comum debaixo das asas de Deus (Rt 2) — ela não espera um milagre: sai para respigar atrás dos ceifeiros, e é no campo que Boaz reconhece o que ela fez, pedindo que Deus lhe dê “pleno galardão” por ter vindo abrigar-se sob as suas asas (Rt 2:12 ACF). Aplicação: providência quase sempre chega vestida de rotina, e encontra quem está trabalhando;
- O resgate que ela não podia pagar (Rt 3—4) — na eira, Rute pede a Boaz que estenda a capa sobre ela, “porque tu és o remidor” (Rt 3:9 ACF); e o livro fecha com as mulheres bendizendo o Senhor por não ter deixado Noemi sem remidor (Rt 4:14 ACF), e com o menino Obede, “pai de Jessé, pai de Davi” (Rt 4:17 ACF). Aplicação: ninguém se resgata sozinho — o direito de resgate estava com outro, e Boaz pagou o preço.
Vale reparar em como o livro termina: não com o casamento, mas com uma genealogia. A moabita que ninguém esperava ali entra na linhagem do rei — e, mais adiante, na de Cristo (Mt 1:5 ACF).
Conclusão sugerida: Noemi voltou dizendo que saíra cheia e voltara vazia. O livro discorda dela em silêncio: ela voltou com Rute. O que parecia perda estava carregando a linhagem do trono.
Perguntas Frequentes sobre a História de Rute
Quem foi Rute na Bíblia?
Rute foi uma mulher moabita que viveu durante o período dos Juízes. Casou-se com Malom, filho de Noemi, cuja família havia deixado Belém por causa da fome (Rute 1:1; 4:10).
Após a morte do marido, do sogro e do cunhado, Rute renunciou à própria pátria, abandonou os deuses moabitas e seguiu Noemi de volta a Belém, declarando: “o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16 ACF).
Em Belém casou-se com Boaz e teve Obede, avô do rei Davi. A história é narrada no livro de Rute, que tem apenas quatro capítulos.
Qual era a cidade natal de Rute?
A Bíblia não nomeia a cidade. O texto diz apenas que ela era moabita e que Noemi voltou “dos campos de Moabe” (Rute 1:22) — Moabe era a nação, situada a leste do Mar Morto, no território da atual Jordânia.
Quem era o juiz no tempo de Rute?
A Bíblia também não informa. O livro apenas situa a narrativa “nos dias em que os juízes julgavam” (Rute 1:1 ACF), sem dizer qual deles governava. Qualquer nome apontado como “o juiz da época de Rute” é conjectura, não texto bíblico.
Qual a relação de Rute com o rei Davi?
Rute é bisavó de Davi. A linhagem é: Rute e Boaz → Obede → Jessé → Davi (Rute 4:17; Mateus 1:5-6). O maior rei de Israel — e ancestral terreno de Jesus Cristo — descendia de uma moabita.
Por que Rute é importante na história bíblica?
Por três razões:
- É exemplo de lealdade e fé — uma estrangeira que escolheu o Deus de Israel quando podia ter voltado para casa;
- Mostra o alcance do plano de Deus, que inclui quem estava formalmente excluído;
- Entra na genealogia do Messias (Mateus 1:5), ao lado de Tamar, Raabe e Bate-Seba. As duas primeiras eram cananeias; Bate-Seba era israelita casada com um heteu. Nenhuma delas chega ali por linhagem impecável.
O que aprendemos com a história de Rute?
Que a fé, e não a origem, é o que conta diante de Deus. Rute não tinha nada a seu favor: era estrangeira, viúva, pobre e vinha de um povo hostil. O que ela tinha era disposição de se abrigar sob as asas do Deus de Israel — expressão usada por Boaz ao descrevê-la (Rute 2:12).
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Hebreus 11:6
E você?
Já tinha percebido que a bisavó de Davi era de um povo que a Lei mantinha do lado de fora?
Fique na paz!
Fontes
- WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo, vol. II — Antigo Testamento, Históricos. p. 175.
- WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo, vol. II — Antigo Testamento, Históricos. p. 185.