A Importância da Tesouraria na Igreja Evangélica

A tesouraria da igreja é o departamento que registra e controla as receitas, as despesas e o patrimônio da instituição. O tesoureiro responde por essa movimentação: recebe e registra dízimos e ofertas, paga as obrigações, presta contas e sustenta, com dados, o planejamento financeiro da igreja.

O que é a Tesouraria da Igreja

Com uma forte relação de dependência, a tesouraria e a igreja formam um elo que se cooperam mutuamente. A entidade dissemina o evangelho, a tesouraria dá o suporte financeiro.

Tesouraria é um substantivo feminino que o dicionário diz que é o lugar onde se guarda ou administra o tesouro, na verdade, o valor em dinheiro, de um banco, de uma empresa, de uma instituição. Esse é lugar onde se operam as transações monetárias.

A palavra tesouraria deriva de tesouro, que por sua vez vem do latim THESAURUS cujo significado é tesouro, acúmulo de coisas valiosas, e também do grego THESAUROS que significa lugar de guarda de bens, tesouro.

No Brasil, a constituição resguarda o direito dos templos de qualquer culto, proibindo os entes da federação de embaraçar-lhes o funcionamento. E, na mesma esteira assegura o livre exercícios dos cultos religiosos.

A constituição da república e as leis infraconstitucionais asseguram as igrejas a imunidade de impostos sobre seu patrimônio, sua renda e seus serviços.

Entretanto, para manter essa imunidade as igrejas têm que cumprir obrigações tributárias acessórias.

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Por que a Igreja Precisa de uma Tesouraria

Diz o ditado popular que “o dinheiro não leva desaforo para casa” e isso, apesar de parecer uma brincadeira, é muito sério e deve ser interpretado como que para lidar com o dinheiro existem regras e regras são essenciais para que o dinheiro não seja um problema em nossa gestão.

Na vida pessoal, cada um de nós tem a sua própria maneira de lidar com o dinheiro. Uns tem controle absoluto sobre cada valor que entra e sai, alguns se contentam com controles mais flexíveis e outros não controlam nada.

Nas instituições, principalmente nas organizações religiosas é totalmente diferente, isso porque lidamos com um dinheiro que não é nosso, não importa o valor, se são alguns parcos reais ou uma quantia vultuosa, deve haver um controle rigoroso.

Primeiro temos a questão espiritual, Deus coloca no coração do dizimista a vontade de devolver uma parte da sua renda para a igreja, então esse valor que entrou para o caixa da entidade deve ser tratado como sagrado, fruto da ação de Deus no coração do dizimista.

Depois temos a questão legal a igreja é uma associação privada, não tem finalidade de lucro, mas está obrigada a se inscrever no CNPJ, cumprir a legislação trabalhista, previdenciária, fiscal e contábil.

E ainda temos a questão social, a igreja é um coletivo de pessoas, onde devem existir regras e uma hierarquia, sempre com vistas ao seu crescimento como entidade, assim é necessária que haja transparência nas suas finanças e um bom testemunho perante a sociedade.

A Personalidade Jurídica da Igreja

A legislação infraconstitucional é clara ao observar que a imunidade concedida aos templos de qualquer culto não as exime das obrigações acessórias.

Quando nos referimos à igreja, duas coisas nos vêm à mente, a igreja enquanto associação, a sua parte física, o prédio, sua organização; e a igreja enquanto organismo vivo, quando trata das questões espirituais.

Personalidade Jurídica da Igreja

No artigo Metas Para a Igreja Crescer, damos uma dimensão melhor deste assunto, destacando o papel da igreja como organismo e como associação.

Neste sentido, ela dissemina a boa nova, pregando a salvação e trata das questões materiais, respectivamente.

A igreja no sentido de associação, aquilo que o nosso código civil denomina organização religiosa, é uma pessoa jurídica de direito privado.

E, como tal, tem deveres e obrigações, está sujeita à nossa legislação e as normas jurídicas, fiscais e contábeis.

As Obrigações da Igreja

O Código Tributário Nacional em seu artigo 113 fala sobre obrigações tributárias e acessórias.

A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, ou seja, as informações positivas ou negativas.

O Decreto 9.580/2018 que é o novo regulamento do Imposto de Renda em seu artigo 178 exara que a imunidade não desobriga as pessoas jurídicas das obrigações previstas neste regulamento.

Além disso, o parágrafo único do artigo 178 deixa bem claro que a imunidade que beneficia a pessoa jurídica não será aproveitada pelos que dela percebam rendimentos.

No âmbito fiscal a igreja, como pessoa jurídica, embora goze do instituto da imunidade, está obrigada a apresentar as declarações diversas ao fisco.

Obrigações Contábeis da Igreja

Na área contábil, como qualquer outra empresa, precisa manter a escrituração dos seus livros de forma a garantir, com exatidão, as suas movimentações financeiras.

Na área trabalhista e previdenciária a igreja não conta com nenhuma benesse, devendo arcar com todos os direitos trabalhistas dos seus colaboradores.

E essas questões que elencamos estabelecem o papel da tesouraria, registrar e controlar, de forma adequada, as receitas, as despesas e a formação do patrimônio da entidade.

A igreja é um coletivo de pessoas, são instituições cuja meta é compartilhada entre seus membros, por isso ela tem obrigação de dar transparência dos seus atos de gestão.

Quem tem que fazer cumprir as obrigações tributárias, fiscais e contábeis é o profissional da contabilidade.

Entretanto, é a partir do registro da movimentação financeira e patrimonial que são extraídas as informações que vão se constituir nas declarações ao fisco.

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Qual a Função do Tesoureiro da Igreja

Hierarquicamente falando, na forma dos seus estatutos, a igreja deve ser dividida em departamentos, cada qual com sua responsabilidade, e a tesouraria é um deles, que tem a missão estatutária de cuidar das finanças da igreja.

Apenas cuidar das finanças da igreja é um termo muito genérico, o departamento, na pessoa do tesoureiro e seus auxiliares, precisa planejar os seus atos de forma a colher os melhores resultados possíveis e ajudar a instituição a cumprir sua missão.

Obviamente que os tópicos podem variar de instituição para instituição, mas no mínimo a tesouraria da igreja precisa fazer o seguinte:

Gestão Financeira

A tesouraria é responsável por gerenciar todas as transações financeiras da igreja, incluindo receitas (como doações, dízimos e ofertas) e despesas (como salários, contas de serviços públicos, manutenção de instalações e programas da igreja).

Rotinas Fiscais

A tesouraria deve garantir que a igreja cumpra todas as leis e regulamentos fiscais relacionados às suas atividades financeiras.

Isso inclui o pagamento de impostos, a apresentação de relatórios contábeis exigidos pelas autoridades fiscais e o cumprimento de todas as obrigações legais relacionadas à contabilidade e transparência financeira.

Contabilidade

A tesouraria é responsável por manter registros precisos de todas as transações financeiras da igreja e preparar relatórios financeiros regulares.

Esses relatórios fornecem informações importantes sobre o estado financeiro da igreja, incluindo receitas, despesas, saldos de contas e variações em relação ao orçamento.

Gestão de Ativos Financeiros

Cabe também à tesouraria a gestão de ativos financeiros da igreja, como investimentos, reservas de caixa e propriedades.

Isso pode envolver tomar decisões sobre onde investir os fundos da igreja para maximizar retornos financeiros e garantir a estabilidade financeira a longo prazo.

Em síntese, a tesouraria de uma igreja é responsável por garantir uma gestão financeira eficaz, transparente e responsável, apoiando assim a missão e os objetivos da igreja.

As Receitas e os Custos da Igreja

A tesouraria, na figura do seu tesoureiro, e dos colaboradores que trabalham no setor é onde se processa a movimentação financeira da entidade.

Sendo assim as receitas da igreja, que se constituem em dízimos e ofertas, devem ser devidamente registradas e controladas pela tesouraria.

Para cumprir com as suas finalidades as igrejas têm os seus custos tais como manutenção do prédio, água, luz, telefone, despesas administrativas, despesas eclesiásticas em geral.

Tesoureiro na Gestão da Igreja

Sem uma estrutura, sem um local adequado para suas celebrações, sem uma boa comunicação a igreja não sobrevive.

A igreja precisa estar preparada para receber seus membros, uma estrutura para reuniões, celebrações, aconselhamento, escola bíblica dominical, etc.

E esses custos são suportados com as receitas dos dízimos e as ofertas, algumas igrejas fazem campanhas, outras promovem festividades.

Essas ações têm o intuito de melhorar a arrecadação e ajudar a cobrir os gastos.

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Além do Pagar e Receber

É importante passarmos a entender que a relevância da tesouraria vai além do pagar e receber contas. As dificuldades são comuns a maioria das igrejas, no fim do mês, os recursos mal dão para pagar as contas.

E é exatamente por isso, que o tesoureiro e a sua equipe precisam aprender a trabalhar com as ferramentas do planejamento.

Controlar as contas a pagar com eficiência, planejar os gastos e cortar aquilo que é desnecessário são passos importantes que a tesouraria precisa implementar.

É sempre bom ressaltar que igreja não é empresa, mas ela precisa de recursos financeiros para sobreviver e cumprir a sua missão de disseminar o evangelho.

Gerenciamento Financeiro da Igreja

Sendo assim, quanto melhor administrados os seus recursos, maior o alcance da igreja, mais almas ela salva, melhores os seus resultados na área espiritual.

Precisamos aprender a olhar com outros olhos a questão financeira e patrimonial da igreja; assim o bens que ela conquista e as despesas que ela realiza são para cumprir a sua finalidade de disseminar o evangelho.

Planejar, aproveitar melhor os recursos da igreja, tanto financeiros quanto humanos, faz com que a igreja alcance melhores resultados na seara espiritual.

Assim, compreendemos melhor a missão da tesouraria, pagar e receber é só uma das suas atribuições; entretanto, ela tem que ir além, seguir na busca de ferramentas, saberes e práticas que lhe de a capacidade de fazer mais com menos.

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O que a Tesouraria Faz na Prática

Tudo que relatamos até agora tem uma pegada mais teórica, e na prática, o que é preciso fazer para que a tesouraria contribua de fato com o crescimento da igreja?

Um dos primeiros passos a ser dado no sentido de realmente ter o controle das finanças da igreja é fazer o registro efetivo dos recebimentos de dízimos e ofertas, quem dizimou, quanto dizimou, quando e referente a qual período.

Neste artigo Como Registrar e Contabilizar Corretamente Dízimos e Ofertas, traçamos uma rota bem definida de como as igrejas podem proceder para ter um controle efetivo dos recebimentos de dízimos e ofertas, vale a pena a leitura.

Quando se registra de forma bem definida as receitas, é possível criar uma série histórica, quanto mais tempo de registros a entidade possuir, mais fidedigno serão os seus levantamentos.

Assim, o tesoureiro e sua equipe têm que ter em mente, que não é registrar por registrar, é buscar o controle efetivo, a consistência dos saldos de caixa e bancos, com lançamentos condizentes com a realidade e a construção da série histórica para planejamentos futuros.

O segundo passo é o efetivo controle dos pagamentos das obrigações da instituição, sejam impostos e taxas, prebenda e salários, despesas de água, luz, telefone, internet e materiais de consumo.

Todos os pagamentos devem ser registrados e separados de acordo com a sua categoria, é importante salientar que a instituição precisa de documentos idôneos para garantir a efetividade dos registros.

Neste outro artigo Contabilidade Regular para Igrejas trazemos bastante informação sobre pagamentos, documentação e os cuidados necessários para o registro das despesas.

O efetivo registro das entradas e saídas propicia um controle seguro dos saldos de caixa e bancos, visto que as receitas e mesmo os pagamentos podem ser feitos em espécie, direto do caixa ou com recursos das contas bancárias, transferências, ted ou pix.

O que Precisa Ser Apresentado?

A dúvida de muitos tesoureiros é sobre qual documento apresentar para a diretoria, conselho fiscal e membros na hora das prestações de contas, nós aconselhamos sempre apresentar o balancete financeiro mensal.

Esse relatório, quando corretamente confeccionado, apresenta o saldo do mês anterior de todos os recursos da entidade, caixa, bancos e aplicações somado com todas as entradas e diminuído de todas as saídas, tendo como resultado o saldo final do mês em questão.

Como é um balancete financeiro, vai mostrar apenas as efetivas entradas e desembolsos, separadas por grupos de receitas ou despesas, o relatório pode mostrar o resultado do mês e ter uma coluna com o acumulado no ano, isso é excelente.

No sistema Zeke, você pode contar com as ferramentas adequadas para fazer o controle efetivo da tesouraria da sua igreja e planejar o futuro com muito mais assertividade.

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Planejamento Financeiro e Orçamentário

É sempre oportuno enfatizar que a igreja não deve ser comparada com empresa, visto que essa tem finalidade de lucro, a igreja não, entretanto, ambas têm finalidade econômica, as organizações religiosas precisam de dinheiro para sobreviver e cumprir sua missão.

E, é exatamente por isso, que existe a necessidade de se transferir à tesouraria a importância que ela merece, em linhas gerais, a equipe da tesouraria é a encarregada da gestão financeira da igreja, fazer andar seus projetos, cumprir a sua missão social.

A gestão financeira desempenha um papel de importância fundamental para as igrejas, assim como para qualquer outra entidade do terceiro setor.

Sua importância está relacionada a diversos aspectos que afetam diretamente a capacidade da instituição em cumprir sua missão e atender às necessidades de toda a comunidade.

Um gerenciamento contínuo e adequado da situação financeira faz com que a igreja cumpra sua missão espiritual e social, disseminando o evangelho, batizando, realizando festividades, fazendo obras sociais, avivando os ministérios e atividades que impactam positivamente a comunidade.

Embora pareça que não, gestão financeira é um assunto delicado mesmo para as empresas que visam lucro, muitos descrevem os erros que as igrejas cometem na gestão financeira, nós vamos falar sobre os acertos que elas devem experimentar para ter sucesso.

Para além da gestão financeira e do próprio planejamento a igreja precisa ser absolutamente transparente em todas as suas ações, como dissemos nesse artigo, a igreja é um organismo vivo, ela é um misto das capacidades e experiências dos seus membros.

O planejamento deve estar presente em todas as suas áreas, aqueles que ministram a palavra devem planejar o que vão pregar, as comemorações, as reuniões, os eventos importantes, tudo deve ser planejado, do mesmo modo é necessário o planejamento financeiro.

A igreja que pretende crescer com consistência precisa fazer, todo ano, um planejamento financeiro e orçamentário, traçando metas de curto, médio e longo prazo e fazer um acompanhamento, ao menos mensal, do cumprimento das metas.

O que é Planejamento Financeiro e Orçamentário?

A verdade é que muita gente se confunde, tem gente que acha que é a mesma coisa, que são sinônimos, não são, tem finalidades semelhantes, mas não tem mesmo significado, são interligados, mas distintos.

Trazendo para o nosso meio, as igrejas, mormente as evangélicas, para que possamos fazer um planejamento financeiro, precisamos ter um orçamento, desta forma, o planejamento financeiro é uma ferramenta bem maior que o orçamento, mas depende dele.

O orçamento é um documento que apresenta as estimativas de entradas e saídas de recursos, ou seja, receitas e despesas em um determinado período, com base na série histórica, registros feitos pela entidade ao longo do tempo para controle financeiro.

O planejamento financeiro tem como base a execução do que havíamos previsto no orçamento, as receitas, as despesas e custos e o que devemos fazer com aquilo que sobra em investimentos, a compra de novos equipamentos, entre outros.

Em outras palavras e de maneira mais simples, é a execução dos nossos objetivos e metas de curto, médio e longo prazo, como uma reforma, a construção de um refeitório, novos banheiros, a compra de um terreno, isso tudo sem prejudicar as despesas do mês.

A Importância do Planejamento Financeiro e Orçamentário para as Igrejas

Gestão de Caixa e Banco para Igrejas

Não importa o tamanho da sua igreja, se ela já tem sede própria e milhares de membros, ou se é uma pequena igreja em formação, é o planejamento financeiro e orçamentário que vai definir o seu futuro.

Claro, óbvio e cristalino que é necessário dobrar os joelhos e pedir a direção de Deus, Ele vai agir na seara espiritual, vai fortalecer os homens na sua fé, mas os gestores precisam fazer a sua parte e planejando, isso vai definir a igreja que sabe onde quer chegar daquela que caminha à sua própria sorte.

A igreja não nasce em vão, ela surge em atendimento a um chamado de Deus no coração do homem, mas é preciso entender que nada brota do chão, as coisas não surgem do nada, a igreja precisará de recursos para funcionar, é tolice acreditar o contrário.

Como já dito, não é o papel da igreja gerar riqueza material, entretanto, se mal gerida, pode se endividar, fechar as portas, deixar débitos na sociedade, não é isso que se deseja, por isso a tesouraria e o planejamento têm vital importância na vida da entidade ao longo do tempo.

Planejamento Envolve Toda a Igreja

De nada adianta o tesoureiro e sua equipe planejar todo o ano financeiro da entidade e logo nos primeiros meses, outro setor aparece requisitando recursos para um evento que não estava nos gastos da igreja deste ano, furou tudo.

É claro que imprevistos acontecem, um vazamento nos encanamentos, uma telha quebrada, uma chuva mais forte que derrubou uma calha, entre outras, para isso já vamos deixar uma reserva de emergência, entretanto, tudo mais deve ser planejado.

Para evitar desembolsos não previstos, toda a igreja deve estar empenhada em levantar os seus custos e investimentos, todos, a secretaria e seus departamentos, coral, banda, jovens, escola bíblica, berçário, gabinete pastoral, enfim todas as áreas precisam colaborar.

O Próximo Passo Depois do Orçamento Pronto

Ledo engano comete quem pensa que depois de feito o orçamento e o planejamento financeiro a tarefa acabou, na verdade, ela só começou.

Depois de ajustar os números, é preciso acompanhar a execução do orçamento, identificar desvios e fazer ajustes, se necessário.

Por mais perfeito que seja o orçamento, em algum momento, ele vai precisar passar por ajustes, é normal, faz parte do processo.

Entretanto, é preciso evitar ajustes por falta de planejamento, isso não é ajuste.

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Quatro Erros que a Tesouraria Não Deve Cometer

O planejamento, como já dito, é uma ferramenta indispensável para a manutenção da saúde financeira da entidade, mas deve ser feito com seriedade e transparência, jamais fazer por fazer, depois de feito, deve ser seguido à risca. Não cometa esses erros.

Planejar Sem Controlar

Se o gestor não tem as estimativas de receita e despesa, nem o detalhamento dos gastos e pouco ou nenhum controle das contas a pagar, não será possível construir um planejamento financeiro, tampouco orçamentário.

Somente por meio dos instrumentos de controle é que o gestor terá condições de saber a situação financeira da entidade e, a partir deles, fazer um planejamento.

É por meio dele que a instituição terá conhecimento se as metas estão sendo ou não cumpridas.

Não Envolver a Igreja Toda no Planejamento

Para a questão de planejamento financeiro e orçamentário, os setores da igreja precisam estar em sintonia fina.

É de suma importância que os gestores de cada departamento compreendam a necessidade da união de esforços no sentido de cumprir as metas e os objetivos, bem como aquilo que foi planejado.

Superestimar as Receitas

As igrejas sobrevivem principalmente dos dízimos e das ofertas, em resumo, tudo vai gerar em torno das suas receitas, é a partir dela que vamos estimar os custos, as despesas e os prováveis investimentos.

Trabalhar com números irreais, aumentando a receita, para a partir dela aumentar as despesas e os investimentos é um erro que você não deve cometer.

Planejar e Não Executar

Controle Financeiro para Igreja

Muitos gestores têm o péssimo hábito de engavetar contratos, documentos e também o planejamento financeiro, isso só gera custo, mais nada.

O planejamento financeiro, em todo o seu processo, deve ser encarado como uma ferramenta de gestão, deve ser prático e muito bem executado, precisa ser visto como o caminho a ser seguido pela instituição.

Quando a instituição, embora tenha feito, não segue o seu planejamento financeiro e orçamentário, vão aparecendo brechas para o improviso e, pode esperar, tudo que é feito de improviso, a probabilidade de dar certo é muito pequena.

Nesses casos, o gestor acaba o dia todo lidando com incêndios, resolvendo problemas inesperados e não tem tempo para o que é realmente importante para a igreja, a gestão.

Aqui na Zeke nós nos preocupamos com a gestão das igrejas, desenvolvemos ferramentas específicas para gestão financeira, de secretaria e contábil para que os gestores se preocupem com o principal, o crescimento das suas igrejas.

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Tecnologia na Tesouraria da Igreja

Quando pensamos em melhorar os nossos resultados não podemos dispensar o uso da tecnologia e da inovação.

Assim, é preciso entender a tecnologia e a inovação como nossos aliados, ferramentas que vão nos ajudar a performar melhor.

Tecnologia Mais Igreja

Hoje todo mundo tem um celular e alguns também contam com tablets, a grande maioria das pessoas tem internet em casa, computadores também.

Se é assim, por que não utilizar essa tecnologia para alcançar as novas almas que procuramos para lhes entregar a palavra de Cristo?

Conheça o sistema de tesouraria para igrejas Zeke uma aplicação que vai te ajudar a gerir melhor os recursos da tesouraria na igreja, controlar o seu contas a pagar e a registrar as suas receitas de dízimos e ofertas.

A tesouraria da sua igreja pode ter esses controles integrados à escrituração, sem planilhas paralelas. Conheça o Zeke →

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Perguntas Frequentes sobre a Tesouraria da Igreja

O que é a tesouraria da igreja?

A tesouraria é o departamento estatutário responsável pelas finanças da instituição. O nome vem do latim thesaurus e do grego thesauros, que designam o lugar onde se guardam os bens. Na igreja, é onde se processa e se registra toda a movimentação financeira.

Qual a função do tesoureiro da igreja?

Cabe ao tesoureiro registrar e controlar, de forma adequada, as receitas, as despesas e a formação do patrimônio da entidade. Isso alcança a gestão financeira, as rotinas fiscais, a contabilidade e a gestão dos ativos financeiros da igreja.

A igreja é imune de impostos. Ainda assim precisa de uma tesouraria organizada?

Sim. A imunidade alcança impostos sobre patrimônio, renda e serviços, mas não exime a igreja das obrigações acessórias. O Código Tributário Nacional, no artigo 113, e o Decreto 9.580/2018, no artigo 178, deixam essa distinção clara.

Qual relatório o tesoureiro deve apresentar na prestação de contas?

Recomenda-se o balancete financeiro mensal. Ele parte do saldo do mês anterior de todos os recursos da entidade — caixa, bancos e aplicações —, soma as entradas, diminui as saídas e apresenta o saldo final, separado por grupos de receitas e despesas.

Qual a diferença entre planejamento financeiro e orçamento?

Não são sinônimos. O orçamento é o documento que estima as entradas e saídas de um período, com base na série histórica. O planejamento financeiro é maior e depende do orçamento: é a execução das metas de curto, médio e longo prazo.

Quem deve participar do planejamento financeiro da igreja?

Todos os departamentos. Secretaria, coral, banda, jovens, escola bíblica, berçário e gabinete pastoral precisam levantar seus custos e investimentos, sob pena de o orçamento ser furado por despesas não previstas.

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