↑ Este artigo faz parte da coleção Personagens Bíblicos — quem foram e o que ainda ensinam à igreja de hoje.
A mulher encurvada passou dezoito anos sem conseguir se endireitar e foi curada por Jesus dentro de uma sinagoga, num sábado, sem ter pedido nada (Lc 13:10-13 ACF).
A cena está em Lucas 13:10-17 — e só ali. Este artigo organiza o que o texto diz, o que ele deixa em aberto e como a cura virou uma discussão sobre o sábado.
Neste Artigo:
- 1. Quem era a mulher encurvada
- 2. Onde está na Bíblia — e por que só em Lucas
- 3. Os dezoito anos, e o outro “dezoito” do mesmo capítulo
- 4. “Espírito de enfermidade”: o que o texto diz e o que não diz
- 5. A palavra que aparece uma única vez no Novo Testamento
- 6. A cura: quem tomou a iniciativa
- 7. A briga pelo sábado e as três palavras de liberdade
- 8. “Filha de Abraão”: a única vez em toda a Bíblia
- 9. 10 lições da mulher encurvada
- 10. Esboço de pregação sobre a mulher encurvada
- 11. Perguntas frequentes
Quem era a mulher encurvada
Lucas não dá nome, idade nem cidade. O que ele registra é a condição e o tempo: “uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; e andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se” (Lc 13:11 ACF).
E registra um detalhe que costuma passar batido: ela estava na sinagoga. A cena começa com “E ensinava no sábado, numa das sinagogas”, e é ali que Lucas diz “eis que estava ali uma mulher” (Lc 13:10-11 ACF).
Wiersbe faz essa observação com franqueza: dezoito anos naquela condição e ela continuava indo adorar toda semana1. Vale repetir o que o texto de fato afirma — o lugar em que a cura aconteceu era o lugar onde ela já estava, não um lugar aonde ela foi levada naquele dia.
Onde está na Bíblia — e por que só em Lucas
O texto é Lucas 13:10-17, oito versículos. E há um dado de cobertura que vale registrar: nenhum outro evangelho conta esta cena. Mateus, Marcos e João não a têm.
Isso a coloca no grupo de episódios que sobrevivem por um único relato. É o mesmo caso da viúva de Naim (Lc 7:11-17) e de Zaqueu (Lc 19:1-10) — Lucas guarda encontros que os outros três não guardaram.
Uma ressalva de método: ser exclusiva de Lucas não a torna menos histórica nem mais. A observação é de cobertura, não de valor — e serve para uma coisa prática: quem prega esta cena não tem relato paralelo para comparar, como teria em Marcos 5. Todo detalhe vem de um só lugar.
Os dezoito anos, e o outro “dezoito” do mesmo capítulo
O número aparece duas vezes na cena, e não por acaso: Lucas o usa ao apresentá-la (Lc 13:11) e Jesus o repete ao defendê-la — “a qual há dezoito anos Satanás tinha presa” (Lc 13:16 ACF).
E aqui vai um detalhe que ninguém aponta: este não é o único “dezoito” de Lucas 13. Poucos versículos antes, Jesus fala de outro grupo — “E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou” (Lc 13:4 ACF).
O mesmo capítulo tem, portanto, dois dezoitos: dezoito mortos numa tragédia e dezoito anos de uma doença. No primeiro caso, Jesus recusa a explicação de que a desgraça mede o pecado da vítima (Lc 13:2-5). No segundo, ele nomeia a causa — Satanás — e desfaz o efeito.
O texto não liga os dois “dezoitos” um ao outro, e não convém pregar que Lucas os pôs juntos de propósito. O que se pode afirmar é que os dois estão no mesmo capítulo e tratam do mesmo problema: o que se pode e o que não se pode concluir a partir do sofrimento de alguém.
“Espírito de enfermidade”: o que o texto diz e o que não diz
Lucas usa duas expressões para a causa, em versículos diferentes, e não explica nenhuma das duas:
- “um espírito de enfermidade” — na apresentação (Lc 13:11);
- “Satanás tinha presa” — na fala de Jesus (Lc 13:16).
As traduções variam no grau de possessão que atribuem à primeira expressão, e a diferença é visível:
| ACF / ARC / BKJ | “que tinha um espírito de enfermidade” |
| NAA | “possuída de um espírito de enfermidade” |
| ARA | “possessa de um espírito de enfermidade” |
Citações conforme cada versão indicada.
E aqui é preciso dizer o que o texto não faz: Lucas não dá diagnóstico médico, não descreve exorcismo, não registra demônio falando e não usa o verbo “expulsar” nesta cena. Ele descreve o efeito — “andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se” — e o desfecho.
Basta comparar com outras cenas de Lucas para ver a diferença: no endemoninhado dos gadarenos há diálogo e expulsão (Lc 8:26-33); aqui há uma frase, um toque e uma coluna vertebral que se levanta.
A palavra que aparece uma única vez no Novo Testamento
Duas informações do texto grego valem o espaço aqui, porque as duas são verificáveis por contagem — não por opinião.
A primeira: o verbo que descreve a postura dela não aparece em nenhum outro lugar do Novo Testamento. É συγκύπτω (sugkuptō, “estar encurvado”), e a única ocorrência em todo o texto grego é Lucas 13:11. Lucas escolheu, para descrever essa mulher, uma palavra que ele não usa em mais nenhum lugar.
A segunda é mais surpreendente, e é uma coincidência de duas. A expressão traduzida por “de modo algum” é εἰς τὸ παντελές — “completamente”, “por inteiro”.
Ela ocorre duas vezes no Novo Testamento, e a outra é Hebreus 7:25:
- Lucas 13:11 — ela “não podia de modo algum endireitar-se”;
- Hebreus 7:25 — ele “pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus”.
A mesma expressão de totalidade mede a incapacidade dela e a capacidade dele. Ela não podia se levantar por inteiro; ele salva por inteiro. As duas traduções na Almeida Corrigida Fiel são diferentes — “de modo algum” e “perfeitamente” —, e por isso a ligação não aparece em português.
Uma nota de honestidade: Hebreus 7:25 não está falando da mulher encurvada, e nenhum dos dois autores faz remissão ao outro. A observação é lexical, e serve como ilustração — não como argumento de que um texto explica o outro.
A cura: quem tomou a iniciativa
A sequência tem quatro movimentos, todos em dois versículos:
- Jesus vê — “E, vendo-a Jesus” (Lc 13:12);
- Jesus chama — “chamou-a a si” (Lc 13:12);
- Jesus fala — “Mulher, estás livre da tua enfermidade” (Lc 13:12);
- Jesus toca — “E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus” (Lc 13:13 ACF).
Repare no que falta nessa lista: um pedido. O texto não registra nenhuma palavra dela antes da cura — nem súplica, nem gesto, nem fé declarada.
Quem começa é Jesus.
E a primeira coisa que ela faz com o corpo novo é dirigir-se a Deus, não a ele: “e glorificava a Deus” (Lc 13:13 ACF).
Duas coisas que o texto não diz, e que aparecem em pregação com frequência: não há registro de que ela tenha orado por dezoito anos pedindo cura, nem de que tenha ido à sinagoga naquele dia esperando encontrar Jesus. O que Lucas afirma é que ela estava lá.
A briga pelo sábado e as três palavras de liberdade
O milagre dura dois versículos; a discussão que ele provoca dura quatro. O chefe da sinagoga se indigna e — este é o detalhe — não fala com Jesus: “disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado” (Lc 13:14 ACF).
A resposta de Jesus não discute a lei do sábado em tese. Ela compara com o que aquelas mesmas pessoas já faziam: “Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?” (Lc 13:15 ACF).
O argumento vai do menor para o maior: se soltar um animal para beber é aceitável no sétimo dia, soltar uma pessoa presa há dezoito anos também é. Wiersbe chama a atenção para o vocabulário que amarra a cena inteira2 — e ele confere na Almeida Corrigida Fiel:
- “estás livre” — a palavra dita à mulher (Lc 13:12);
- “não desprende” — a palavra usada para o boi (Lc 13:15);
- “soltar desta prisão” — a palavra usada para ela na conclusão (Lc 13:16).
Ou seja: a mesma ideia de desamarrar aparece três vezes, aplicada à mulher, ao animal e outra vez à mulher.
E o capítulo fecha com o resultado dos dois lados: “todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava” (Lc 13:17 ACF).
“Filha de Abraão”: a única vez em toda a Bíblia
Na frase em que defende a mulher, Jesus a chama de “esta filha de Abraão” (Lc 13:16 ACF).
Essa expressão aparece uma única vez na Bíblia inteira. Não é impressão: na Almeida Corrigida Fiel, “filha de Abraão” ocorre só em Lucas 13:16. Já “filho de Abraão” aparece cinco vezes — Gênesis 25:12, Gênesis 25:19, Gênesis 28:9, Mateus 1:1 e Lucas 19:9.
E a quinta é a mais interessante, porque é a única do mesmo tipo: em Lucas 19:9, Jesus diz de Zaqueu — o publicano desprezado — “pois também este é filho de Abraão”. Nos dois casos a expressão não traz informação genealógica nova: ela afirma pertencimento de alguém que a plateia tratava como pouco.
Wiersbe lê a expressão como situação espiritual, e não física, remetendo justamente a Lucas 19:9.
Vale marcar que essa é a leitura dele, não uma afirmação do texto — Lucas 13:16 não explica em que sentido ela é filha de Abraão.
10 lições da mulher encurvada
Lucas não guardou esta cena por causa da coluna dela. Guardou porque foi ali que a pergunta sobre o sábado — que já tinha aparecido no campo de trigo e na cura da mão mirrada (Lc 6:1-11) — voltou uma terceira vez e foi respondida na frente da congregação inteira.
As dez observações abaixo saem da controvérsia, não do milagre isolado.
- A assembleia já a tinha (Lc 13:10-11) — e não a tinha soltado. Naquele sábado ela chegou por conta própria, como provavelmente chegara em quase todos os outros sábados dos dezoito anos. Wiersbe admite não saber se teria feito o mesmo no lugar dela1.
O incômodo da cena, porém, está do outro lado do banco: o povo de Deus conviveu com aquele caso por quase duas décadas e o tratou como paisagem. A pergunta atravessa direto para qualquer igreja que se reúne no domingo — quem está ali há anos, à vista de todos, e virou parte do mobiliário?
- O dia foi escolhido, não calhou (Lc 13:12-13) — depois de dezoito anos, esperar o pôr do sol não custaria nada a ela. A escolha do sétimo dia foi deliberada e serviu a uma lição sobre liberdade2. Ou seja: dava para evitar a briga, e ele não evitou.
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O chefe da sinagoga citou o quarto mandamento e chegou ao contrário dele (Lc 13:14). O seu “Seis dias há em que é mister trabalhar” reproduz “Seis dias trabalharás” (Êx 20:9 ACF) — a lei parecia estar do lado dele.
Só que a mesma lei, na versão de Deuteronômio, arrola “nem o teu boi, nem o teu jumento” entre os que descansam e fundamenta o dia inteiro assim: “te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali” (Dt 5:14-15 ACF). O sábado era memória de uma soltura, e ele o usou para adiar uma. A operação não envelheceu: o texto que existe para proteger alguém vira, na mão de quem o administra, o motivo para não protegê-lo.
- A alternativa que ele ofereceu era vazia (Lc 13:14) — “vinde para serdes curados” nos outros seis dias. Wiersbe desmonta a proposta com uma pergunta simples: se a multidão levasse os enfermos numa terça-feira, quem ali os curaria?2 A regra dispunha sobre um socorro que o próprio regulador não tinha como prestar em dia nenhum da semana. É o formato de boa parte das objeções que aparecem quando alguém resolve ajudar fora do procedimento.
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Os dois lados usaram exatamente o mesmo verbo (Lc 13:14,16) — e a tradução esconde isso. O chefe diz “é mister”; Jesus responde “não convinha”. No grego, as duas formas são de δεῖ, o verbo do que tem de acontecer. Em Lucas ele é quase técnico: “me convém tratar dos negócios de meu Pai” (Lc 2:49 ACF), “não convinha que o Cristo padecesse” (Lc 24:26 ACF).
A discussão, portanto, não é entre rigor e compaixão, como se costuma pregar. É sobre de quem é a última palavra a respeito do que tem de ser feito naquele dia — e Lucas já havia registrado a resposta sete capítulos antes: “O Filho do homem é Senhor até do sábado” (Lc 6:5 ACF).
- O argumento sobe do boi para ela (Lc 13:15-16) — com o mesmo verbo nos dois casos: o animal que se “desprende” da manjedoura e a mulher que precisava ser “solta desta prisão” traduzem o grego λύω. A conta que ele faz é de tempo: o animal era solto todo sábado sem que ninguém reclamasse; ela estava presa havia dezoito anos. Wiersbe fecha sem rodeio: “Qualquer tradição que nos impeça de ajudar os outros não vem de Deus”2. Vale ler a frase devagar, porque ela não trata das tradições dos outros.
- A repreensão saiu no endereço errado — e no plural (Lc 13:14-15). O chefe não falou com Jesus: falou com a multidão, o que Wiersbe atribui a falta de coragem2. A resposta veio na mesma medida. Onde a Almeida Corrigida Fiel traz “Hipócrita”, o texto grego tem ὑποκριταί, no plural, sem variação entre as edições. O alvo era o homem que abriu a boca e, com ele, todo mundo que concordou calado. Numa cena dessas, é mais fácil se reconhecer na multidão do que no chefe.
- “Filha de Abraão” não era um título novo (Lc 13:16) — todas as judias presentes eram filhas de Abraão. Jesus não concede o título ali: cobra um que ela já tinha e que aquela sinagoga havia dezoito anos não lhe pagava.
- Ele nomeia quem a prendia, e isso não vira regra (Lc 13:16) — “a qual há dezoito anos Satanás tinha presa” é uma identificação, não um diagnóstico extensível a toda doença. O próprio Lucas separa os enfermos dos atormentados por espíritos numa mesma cena (Lc 6:17-18), e Wiersbe é direto: “Nem toda enfermidade é causada por demônios”2. A ressalva corta dos dois lados — contra quem vê demônio em cada dor de coluna e contra quem não admite que exista algum.
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O fim da cena divide a sala — e fecha uma porta (Lc 13:17). “Todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava” (Lc 13:17 ACF): a mesma soltura produziu vergonha de um lado e festa do outro, no mesmo culto.
E há um dado de cobertura que quase nunca se aponta: depois deste sábado, Lucas não volta a colocar Jesus dentro de uma sinagoga. A palavra ainda aparece duas vezes no evangelho, mas em advertências — os escribas que amam os primeiros assentos (Lc 20:46) e as sinagogas às quais os discípulos serão entregues (Lc 21:12). O culto comum em que ela entrou curvada foi o último que Lucas põe em cena.
Esboço de pregação sobre a mulher encurvada
Um roteiro em três pontos, na ordem do próprio texto. Serve para mensagem, culto de mulheres, célula ou EBD.
Tema: dezoito anos curvada, um sábado em pé. Texto: Lucas 13:10-17 (versículo-chave: 13:16).
- Onde ela estava (Lc 13:10-11) — na sinagoga, no sábado, curvada, havia dezoito anos, sem conseguir se levantar “de modo algum”. Aplicação: o culto é lugar de gente que ainda não recebeu resposta;
- Quem começou (Lc 13:12-13) — ele viu, chamou, falou e tocou; ela não pediu e, ao se endireitar, glorificou a Deus.
Aplicação: a graça não espera a formulação correta do pedido;
- O que a cura desmascarou (Lc 13:14-17) — a indignação do chefe da sinagoga, o argumento do boi e do jumento, e o nome que Jesus dá a ela: filha de Abraão. Aplicação: quando alguém é solto, aparece quem preferia a regra ao socorro.
Conclusão sugerida: fechar no versículo 16 e mostrar a comparação que Jesus fez — um animal amarrado por uma noite e uma mulher amarrada por dezoito anos. Afinal, era o dia certo justamente por ser sábado.
Alternativa para culto de gratidão: pregar em Lucas 13:13 e comparar com Zaqueu (Lc 19:9), usando o material da seção 8. Dois desprezados, duas vezes que Jesus os chama de casa de Abraão.
Perguntas frequentes
Onde está a mulher encurvada na Bíblia?
Em Lucas 13:10-17, e só ali. Nenhum outro evangelho registra esta cena.
Quantos anos a mulher encurvada ficou doente?
Dezoito anos. O número aparece duas vezes na cena: quando ela é apresentada (Lc 13:11) e na resposta de Jesus ao chefe da sinagoga (Lc 13:16).
O que era o espírito de enfermidade da mulher encurvada?
O texto usa duas expressões e não explica nenhuma das duas em termos médicos: ela tinha “um espírito de enfermidade” (Lc 13:11) e “Satanás tinha presa” (Lc 13:16). Lucas descreve o efeito — ela andava curvada e não conseguia se endireitar — sem dar diagnóstico.
Qual era o nome da mulher encurvada?
A Bíblia não diz. Lucas a identifica apenas pela condição e, na fala de Jesus, como filha de Abraão.
Por que curar no sábado gerou discussão?
Porque o chefe da sinagoga entendia a cura como trabalho, proibido no sétimo dia. A resposta de Jesus foi comparar com o que já se fazia naquele mesmo dia: “no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?” (Lc 13:15 ACF).
O que significa filha de Abraão?
É como Jesus a chama em Lucas 13:16 — e a expressão aparece uma única vez em toda a Bíblia. O paralelo mais próximo é “filho de Abraão”, dito de Zaqueu em Lucas 19:9. Nos dois casos a expressão afirma pertencimento ao povo da promessa, não uma informação genealógica nova.
A mulher encurvada pediu para ser curada?
O texto não registra nenhum pedido dela. Quem toma a iniciativa é Jesus: “vendo-a Jesus, chamou-a a si” (Lc 13:12 ACF). A primeira coisa que ela faz depois de curada é glorificar a Deus (Lc 13:13).
Fontes
Texto bíblico: Almeida Corrigida Fiel (ACF), com as demais versões identificadas quando citadas. Palavras gregas e contagem de ocorrências no texto etiquetado: STEPBible (CC BY 4.0).
- WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento, vol. I. Trad. Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006, p. 292.
- WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento, vol. I. Trad. Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006, p. 293.