Por que Informatizar a Minha Igreja?

Esse é um assunto recorrente quando se fala em organizar a igreja, sempre que há uma reunião de obreiros para discutir algum evento.

E também quando precisamos de alguma informação de um grupo de membros ou das estatísticas da igreja, enfim, a pergunta permanece:

Mas afinal, devo informatizar a minha igreja?

Por que Informatizar a Minha Igreja

Vivemos no século 21 e é difícil encontrarmos uma casa, uma empresa ou mesmo uma igreja que não tenha um computador.

No mínimo, o pastor deve ter um notebook e sabe mais o que vou te dizer, o seu equipamento está sendo sub-utilizado se você não tem sistema, seja ele online ou local, para administração da sua igreja e gestão dos seus membros e da sua tesouraria.

Para responder essa questão, ao invés de adentrarmos em toda aquela teoria da administração, citar autores e processos de gestão, vamos fazer como Jesus, falar por parábolas, no nosso caso citando um exemplo através de uma pequena história:

A História das 200 Fichas

Imaginemos o seguinte caso, uma igreja bastante organizada, todos os membros tem uma ficha em papel, com dados atualizados, data de entrada, endereço, até fotografia 3×4 colada na ficha.

Tudo isso arquivado num armário de aço, mais ou menos 200 fichas, como era tudo organizado, haviam duas gavetas, uma tinha os membros ativos e outra somente os membros já desligados.

O pastor pediu ao pessoal da secretaria que fizesse uma lista, em ordem de data de nascimento, de todos os membros do sexo masculino, só os solteiros, ele ainda determinou que a lista trouxesse a contribuição dos dízimos dos últimos três meses.

Em uma igreja, não informatizada, que tenha por volta de 200 membros, essa tarefa pode demorar até uma semana.

Imagine correr ficha por ficha e separar só aqueles que o seu pastor deseja, depois passar essa lista para a tesouraria, na tesouraria o mesmo processo, correr a lista e buscar o dízimo dos últimos três meses, talvez uma semana não seja o suficiente;

Se a igreja for informatizada, tudo isso pode ser feito em alguns minutos. Talvez nem fosse necessário escrever mais nada, isso poderia ser o verdadeiro “convencer pelo exemplo”.

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Os Motivos para Informatizar

Agora você já deve ter se convencido de que precisa informatizar a sua igreja, em vista dos exemplos que passamos nos parágrafos anteriores, faltam os motivos, certo?

Velocidade de Acesso à Informação

Vamos lá, como você pode ter percebido no nosso exemplo, uma das grandes vantagens de se informatizar a igreja é a grande velocidade de acesso a informação.

Como você pode notar nos exemplos, uma coleção de informações complexas, com vários filtros, pode ser obtida em minutos, isso na teoria da administração é essencial, não pode faltar em nenhuma organização.

Capacidade de Análise

Um outro motivo extremamente importante, que no final das contas se torna uma vantagem, é a capacidade de análise.

Quanto mais informações forem inseridas nos sistemas, maior será a nossa condição de estratificar os dados e extrair informações importantes para a igreja, criar indicadores confiáveis e estabelecer metas para o crescimento da igreja.

O que o Caderno e a Planilha Não Fazem

Um sistema de informação conta com ferramentas que simples anotações ou linhas de planilhas não podem contar, interação, metodologias próprias e específicas de entradas de dados que visam a consolidação das informações de forma que elas possam ser aproveitadas na sua totalidade.

Não adianta ter um simples cadastro de membros se você não pode atrelar a eles, a sua parentela, seus filhos sua esposa, sua família;

Mais ainda se você não puder ligar a ele todos os seus dízimos e ofertas e podendo ligar os dízimos ele deve te dar a possibilidade de que essas entradas, na mesma rotina, possa também montar a sua receita e essa possa ser a sua contabilidade oficial.

É um retrabalho e um custo desnecessário a instituição que faça esse processo e posteriormente um contador externo refaça tudo novamente para atender a legislação, isso é, novamente perda de tempo e dinheiro.

Não Adianta Informatizar a Desorganização

Porém, não adianta informatizar a desorganização e ter uma coleção de informações sem qualidade, registros desencontrados e com pouca assertividade levam a decisões erradas e isso tem um custo, as vezes irreparável.

As facilidades da informática permite aos pastores, dirigentes e gestores uma visão crítica e realista sobre a sua membresia, suas receitas, despesas e possibilidades de investimento, ajuda na tomada de decisões, fortalece o crescimento e o relacionamento com os próprios membros, colaboradores e fornecedores.

O Crescimento que Precisa Ser Controlado

A fé evangélica no Brasil, algumas décadas atrás, estava restrita a um número muito pequeno de famílias. Entretanto, vem numa ascendente muito forte.

Os números do Censo 2022 do IBGE, divulgados em junho de 2025, apontam que os evangélicos já são 47,4 milhões de pessoas, o equivalente a 26,9% da população de 10 anos ou mais. Em 2010 eram 35 milhões, ou 21,6%.

E essa imensa multidão procura uma igreja para congregar, o resultado prático, é sem dúvida, o aumento do número de igrejas evangélicas, mas é também o crescimento do número de membros nas igrejas tradicionais, aquelas que já existiam.

Isso nos remete a uma certeza, é preciso controlar esse crescimento de forma profissional.

O IDG Research Services desenvolveu uma pesquisa e concluiu que empresas e instituições que se utilizam de sistemas de gestão tem um nível de crescimento 35% mais rápido e 10% a mais de eficiência do que aquelas que não tem acesso a mesma ferramenta.

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Igreja Informatizada e Igreja Digital: Qual a Diferença

Toda essa mudança, toda essa evolução da sociedade acaba por gerar oportunidades diferenciadas, para todos. Surge então a pergunta, pode haver nessas mudanças alguma oportunidade para as igrejas?

A resposta é sim e em várias frentes, a primeira delas é que, através da tecnologia, podemos criar a oportunidade de romper a barreira física nos relacionamentos com a igreja e seus membros, independentemente do local ou da distância que nos separa das pessoas.

Na sequência temos que pensar na igreja em formato digital, é importante a igreja na web, mas é mais importante ainda pensarmos nos ganhos com a gestão digital, existe uma grande diferença entre termos todas as fichas cadastradas em uma planilha no computador, estáticas, sem nenhuma interação;

E ter elas em formato digital, numa sistema inteligente, dinâmicas, com possibilidade de interação, envio de e-mails, mensagens, lançamentos de dízimos, geração de gráficos, estatísticas, avisos, enfim uma ferramenta com decisões pré estabelecidas.

A igreja informatizada é aquela onde você tem os dados em formato de arquivos eletrônicos, podem ser pesquisados, formatados, estratificados, mas você tem que analisar os dados para tomar uma decisão, a igreja digital é aquela onde a decisão já é tomada pelo sistema, você apenas comanda ou autoriza.

A Igreja na Nuvem

Certos processos não têm retorno, vieram para ficar e o mundo se moderniza a partir de alternativas práticas de organização, onde vão surgindo rotinas capazes de responder as demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização das tarefas cotidianas.

Enfatizamos que os dois grandes pilares em que se assentam estas transformações sociais são a mobilidade e a gestão do conhecimento.

A mobilidade deixa as pessoas em contato permanente com uma comunicação móvel e dinâmica, as redes sociais propiciam novos modelos de relacionamentos, a partir de ambientes digitais que aliam facilidade, rapidez e plena interatividade.

Nos ambientes virtuais nós encontramos os blogs, fóruns de discussão, biblioteca de imagens, redes sociais, Wikipédia e outras forma de disseminação de conhecimento, onde públicos ligados por um interesse comum estão sempre conectados e presentes.

Nessas bases de dados encontramos informação relevante sobre determinado assunto, uma reunião de documentos estruturados e uma lógica com usuários e gestores que tendem a dar respostas e opiniões particulares sobre muitas questões de interesse desses grupos e mesmo de organizações, ajudando-os a entender e esse mundo que evolui tão rapidamente.

Defendemos que as igrejas não podem ficar de fora dessa evolução, deve partir para o modelo de igreja digital, concentrar sua programação na nuvem, usar da tecnologia para comunicar com sua membresia, ganhar novas almas e fazer a gestão administrativa e eclesiástica, tudo baseado em tecnologia digital, compartilhar documentos entre os líderes de forma que eles possam ser acessados de qualquer lugar.

Se o pastor ou algum líder precisar acessar um relatório de forma rápida, estando na rua, no carro ou dentro de um táxi, através de um tablet ou de um smartphone deve ter a exata noção do quanto a tecnologia pode nos ajudar no momento de tomar uma decisão.

Uma outra dica é sempre estar antenado com os aplicativos em uso pela maioria das pessoas, o uso do WhatsApp, Facebook e X (Antigo Twitter) que são praticamente imbatíveis na divulgação de eventos, transmissão de avisos entre os membros e comunicações urgentes.

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As Gerações e a Resistência à Tecnologia

Nossos pais foram criados como nossos avós, há 30 ou 40 anos atrás a sociedade evoluía de forma mais lenta, nós não fomos criados igual aos nossos pais, e os nossos filhos não foram e nem vão ser criados iguais a nós.

São gerações diferentes, uma completamente indiferente a tecnologia, porque ela não existia ou ainda era inacessível, a outra ajudou a criar e disseminar a tecnologia e a outra já nasceu com ela.

Estou cursando pós-graduação em pedagogia para me tornar efetivamente um professor e aprendi que antigamente as gerações, levando em consideração seus costumes, sua cultura, seu modo de vida, as relações familiares, de trabalho era formada a cada 25 anos.

Hoje especialistas apontam que a cada 10 anos temos uma nova geração, isso tudo tem muito haver com a tecnologia.

Essas novas gerações implicam diretamente na forma de agir das pessoas e como elas consomem produtos e serviços, esses reflexos impactam diretamente nas empresas, em todos os seus departamentos.

É possível sentir uma troca de experiências no ambiente de trabalho, mesmo entre as diferentes gerações, onde os mais velhos aprendem com os mais novos.

De maneira geral, na gestão de qualquer empresa, a troca de experiências entre essas gerações é totalmente amistosa e produtiva, entretanto, caminham em direções diferentes, isso muito em função de os jovens resolverem mais rapidamente e sempre procurarem a forma mais fácil de ser feita.

Os jovens se preocupam com o imediato, o agora, os mais experientes se preocupam com o todo, os efeitos colaterais, o impacto das decisões, a legalidade, eu diria que em conjunto o time é muito bom, em separado cada um tem suas fraquezas e fortalezas.

A Geração Z e os Nativos Digitais

Estudiosos da sociologia se referem a “Geração Z” como os nativos digitais, aquelas pessoas que nasceram totalmente familiarizadas com a internet, com o compartilhamento de arquivos e a mobilidade.

Uma das principais características dessa geração é que elas não conheceram o mundo sem internet e são extremamente conectadas, tudo acontece em tempo real, é tudo para ontem.

O desafio das nossas igrejas e da nossa liderança cristã é trazer essa grande massa, essa nova geração para ouvir, e seguir, a palavra de Cristo e não existe uma fórmula para isso.

Como se fosse uma receita de bolo onde se colocam os ingredientes e o milagre acontece, mas, existe uma caminho a seguir, estar onde eles estão, compartilhar das suas experiências e do seu cotidiano, isso significa “evoluir tecnologicamente” junto com eles.

A Resistência da Liderança

Nós entendemos o conservadorismo das lideranças de algumas igrejas e ainda sabemos que esse é um processo que vai perdendo suas forças com o passar dos anos, já adiantando as nossas desculpas, mas a liderança que controla sua igreja com anotações no caderno, ou mesmo em planilhas, precisa rever seus conceitos.

Muitos de nossos líderes tem resistido a utilização da tecnologia nas igrejas, restringido seu uso, no máximo, a consulta de e-mails e a busca de informações na internet, muito pouco frente a grande gama de serviços que a igreja pode desfrutar com a utilização da tecnologia disponível nos dias atuais, de forma que possa crescer e ganhar com isso.

Essa premissa é válida para empresas, mas não deve ser diferente para igrejas e instituições, as ferramentas da tecnologia estão disponíveis e são ALIADAS dos gestores, sejam empresários, provedores, diretores, gerentes e também pastores, e pode ter certeza não utilizá-las é perder tempo, perder dinheiro e para nós evangélicos, perder almas.

A igreja não pode ser vista por essa nova geração de pessoas, acostumadas com tecnologia e extremamente conectadas, como uma instituição atrasada e resistente a “evoluir tecnologicamente”.

Muito pelo contrário, temos que convencer nossos líderes que a tecnologia é uma aliada e pode nos ajudar e muito nessa difícil e árdua, mas prazerosa, missão de alcançar e evangelizar um público totalmente diverso do que estamos acostumados.

Adotar a tecnologia como um diferencial, tanto na administração, como na evangelização, não significa mudar a ideologia da igreja, muito menos deixar de lado nossas convicções filosóficas e cristãs.

É primar pela transparência na gestão, é adotar melhores formas de controle, é mudar aquilo que antes era feito de forma manual para a forma eletrônica.

Então, concluindo, investir em informatizar a sua igreja, amigo pastor, não é despesa, nem é supérfluo é absoluta necessidade.

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As Vantagens da Tecnologia na Igreja

Um dos pontos fortes da evolução da tecnologia é sua contribuição na melhoria da gestão das empresas, tarefas repetitivas e cansativas que antes só podiam ser feitas de forma manual.

Hoje estão informatizadas, facilitando o cotidiano da administração, integrando processos e interligando a empresa com clientes e fornecedores, criando novos canais de interação.

Tudo que a tecnologia propicia as empresas, ganhos de produtividade, melhorias na gestão, diminuição dos custos, maior controle e otimização das receitas, conforme dissemos acima, também pode ser aplicado nas igrejas:

Todas essas tarefas e muitas outras que antes eram feitas de forma manual, podem ser automatizadas e os dados que antes eram feitos em papel agora podem ser gravadas no formato eletrônico.

O que a Igreja Consegue Fazer Hoje

A tecnologia dos computadores aliada com a internet nos propicia muito mais que cadastros bem feitos e sempre atualizados, hoje podemos disparar e-mails, mensagens eletrônicas, avisos coletivos, marcar reuniões e realizá-las online, tudo no conforto das nossas casas.

A partir dos cadastros podemos imprimir credenciais de membros, com foto e assinatura digital do pastor, podemos tirar relatórios de membros ativos e inativos, criar gráficos com diversas visões dos membros da igreja, emitir certificados de batismo, de ordenação e tantos outros.

Uma das coisas mais importantes onde a igreja deve adotar a tecnologia é na gestão financeira e contábil, o controle de dízimos e ofertas, as despesas, a geração de balancetes e o controle do fluxo de caixa com vistas a um planejamento mais adequado.

Existem ainda outras diversas formas da tecnologia servir de auxílio nas atividades administrativas da igreja e instrumento de evangelização.

É bom ressaltar que a internet e a tecnologia não maculam o propósito principal das igrejas, devem e precisam sim serem utilizadas em benefício da evangelização.

A Comunicação com a Membresia

Um outro aspecto importante que temos que levar em consideração quando se fala de tecnologia é o poder da comunicação, ela é a força vital da igreja e a base principal da sua missão.

O uso da tecnologia para comunicação da igreja melhora a qualidade da interação dentro e fora da instituição e pode proporcionar um alcance muito além das fronteiras geográficas da igreja e ainda com conteúdo pessoal e personalizado.

Nas igrejas é a interação com a membresia, o contato direto com cada um nominalmente, os avisos sobre acontecimentos e eventos na igreja, a transparência da gestão, a publicação dos atos e fatos administrativos da igreja leva a uma comunicação efetiva com os membros, isso pode ser feito com muita facilidade através dos aparelhos de telefonia celular.

Os dados da Anatel referentes ao fechamento de 2025 apontam 216,4 milhões de acessos móveis humanos no Brasil, ou seja, descontadas as conexões entre máquinas. É praticamente um aparelho para cada brasileiro.

Os smartphones, ou celulares inteligentes, se tornaram ferramentas indispensáveis no dia a dia das pessoas, com aplicativos apropriados a igreja pode ter uma comunicação ativa e eficaz com sua membresia; bem planejado e desenvolvido com as rotinas assertivas.

O aplicativo pode fazer com que o próprio membro faça e atualize o seu cadastro online, pode avisar os membros sobre cultos, eventos e pregações, fazer pedidos de orações, pode organizar as células ou departamentos da igreja, propiciar uma interação online e em tempo real entre os diversos departamentos.

Os estudiosos dizem que hoje vivemos a “Era da Informação”, empresas, governos e instituições, cada qual na sua respectiva área, igrejas não podem ficar de fora, têm um desafio de manter o seu público altamente informado, e a comunicação é chave para atingir esse objetivo.

Mas nós temos que levar em consideração que já foi o tempo em que as cartinhas chegavam pelo correio e eram escritas a mão, hoje tudo acontece em tempo real, na velocidade da comunicação digital.

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Os Indicadores que a Igreja Pode Trabalhar

O indicador é um número, uma forma de medir e acompanhar os objetivos da igreja, ele pode ser quantitativo ou qualitativo.

É um termômetro que monitora o sucesso ou não das nossas ações que objetivam o crescimento espiritual e nominal da igreja, a capacidade de ação da equipe de obreiros, da liderança e da diretoria.

Nós desconhecemos uma igreja que não tenha o objetivo de crescer e arrebanhar mais almas, todas querem e esperam crescer.

E uma forma eficiente de fazer isso é criar indicadores para monitorar se o caminho traçado para o crescimento está realmente nos levando para os resultados que se espera.

É a partir de um indicador que você define uma meta, às vezes por falta de conhecimento, tem gente que acha uma tarefa muito difícil, mas não é.

Em um outro artigo falaremos sobre metas, agora vamos ensinar você a conhecer e definir alguns indicadores da sua igreja, quantitativos e qualitativos.

Indicador 1 – Porcentagem de Dizimistas

Imagine que uma igreja tenha 180 membros ativos e destes um total de 60 devolvem o dízimo com frequência.

Aqui temos um indicador, 33,3% dos membros da igreja são dizimistas, ou seja, em cada 10 pessoas que frequentam a igreja, apenas 3 contribuem para sua manutenção.

Indicador 2 – Crianças na EBD

Também no campo da suposição, vamos imaginar uma igreja que tenha 50 crianças cadastradas, filhos de membros ativos, portanto pertencentes à igreja e destas 30 frequentem a Escola Bíblica Dominical.

Aqui temos um outro indicador, 60% das crianças frequentam a EBD, ou seja, 6 em cada 10 crianças estão na EBD.

Poderíamos também ter um indicador de crescimento, um indicador de batizados, não há limites para essa tarefa, aqui reina o poder da criatividade.

Entretanto, como você já deve ter observado, não é possível fazer isso contando fichas de papel, você vai precisar de um bom sistema de gestão de igrejas.

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Por Onde Começar a Informatização

A informatização pode começar de forma simples, o primeiro e o melhor dos passos é ter um bom cadastro de membros, depois começar a acompanhar os dízimos e ofertas, outro passo é o controle de caixa, depois bancos e aplicações e aos poucos ter todo o controle financeiro.

Um bom cadastro online de membros é o primeiro passo dessa jornada. O sistema de gestão para igrejas Zeke vai permitir que você tenha acesso aos seus dados de qualquer computador com internet.

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Como Escolher o Sistema e o Fornecedor

Mas nós queremos te ajudar de verdade, só convencer não basta, até porque você pode até ter um sistema aí na sua igreja que não lhe permita fazer isso em alguns minutos, aí de nada adiantou, não é verdade?

É importante termos em mente que a informatização pode nos ajudar muito, mas nem tudo é possível e temos uma infinidade de aplicativos no mercado, cada qual com suas peculiaridades, a dica é:

Teste antes, certifique-se de que atende suas necessidades, veja se tem suporte, e-mail e um telefone para ligar, a ciência da computação é viva e dinâmica, ela evolui dia a dia.

Por mais que você “entenda de informática” dificilmente conseguirá se virar sozinho quando acontecer um problema ou aparecer na sua tela aquela mensagem chata informando que não foi possível executar esse programa ou coisa parecida.

Permissões por Usuário

Outro recurso interessante que você deve procurar num sistema online é o privilégio de cada usuário, é importante que você tenha como atribuir cada tarefa ou grupo de tarefas que o usuário possa realizar.

Pode existir um grupo que só tenha acesso aos processos da tesouraria, outro grupo que consiga acessar os processos da secretaria.

Entretanto, pode haver também um usuário que você queira atribuir a ele tarefas específicas, como por exemplo a Escola Bíblica Dominical ou ainda o Patrimônio, essa é uma maneira eficiente de descentralizar os trabalhos da igreja, cada um no seu quadrado.

Como Avaliar o Fornecedor

O mercado tem softwares para todos os gostos e bolsos, a solução mais cara e avançada talvez não seja a mais adequada, nem por isso você deve decidir de vez pela mais barata, que de repente, não tenha suporte, nem garantia, nem nada.

Procure empresas estáveis no mercado, que lhe apresente soluções técnicas confiáveis, que tenha uma boa lista de clientes, registro no INPI pode ser um diferencial considerável. Nota fiscal, contrato, sempre.

Fuja de aventureiros e oportunistas, gestão, administração, informatização é coisa séria e tem muito haver com o sucesso da sua empreitada.

Por isso, pense bem, informatizar a sua igreja só lhe traz vantagens, com o software certo então, o gestor aumenta o controle da sua instituição e sempre vai ter em mãos informações e materiais para diagnósticos precisos para investir em ações que lhe propiciem melhores resultados.

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Um Pouco da História da Informática e da Internet no Brasil

O salto tecnológico que ocorreu dos anos 80 e 90 para os dias de hoje é bastante expressivo, a internet e os computadores já existiam nessa época, mas ainda estavam engatinhando e não apresentavam os recursos de que dispomos hoje, não havia tanta disponibilidade e o custo-benefício não compensava, era apenas para grandes empresas.

Antes dos computadores o que tinha de mais avançado para produzir documentos eram as máquinas de escrever, pipocavam cursos de datilografia nas capitais e no interior, para conseguir um emprego na área administrativa o curso de datilografia era essencial.

Nos Anos 80 Começaram a Surgir os Computadores Pessoais

No Brasil da década de 1970 havia um interesse da sociedade brasileira no sentido de atingir uma independência de tecnologia para o setor de informática, principalmente os militares e o meio científico.

Então foi criada a Capri – Comissão de Coordenação das Atividades de Processamento Eletrônico para propor uma política governamental de desenvolvimento do setor.

Posteriormente houve uma etapa de desenvolvimento da informática no Brasil e o crescimento da indústria nacional.

Isso forçou o governo a reestruturar a Capri e a criação de uma reserva de mercado para pequenos computadores para empresas nacionais e a o controle das importações.

No ano de 1979, o governo intensificou a reserva de mercado para micro computadores e criou a SEI – Secretaria Especial de Informática – que passou a ser o órgão superior de orientação, planejamento, supervisão e fiscalização das atividades de informática no Brasil.

No ano de 1984 o Brasil criou a Política Nacional de Informática e através de legislação específica oficializou a reserva de mercado para o segmento de computadores, inclusive softwares, isso fez a indústria nacional atingir taxa de crescimento de 30% ao ano na década de 80.

Em 1986 o Brasil alcançou a sexta posição no mercado mundial de informática, o quinto maior fabricante, chegando a capacidade de suprir mais de 80% do seu mercado interno.

História da Internet no Brasil

Ainda com fins acadêmicos, a internet chegou no Brasil em 1981, através da Bitnet que era uma rede de computadores que ligava a Universidade da Cidade de Nova York à Universidade de Yale, em Connecticut.

Através de um fio de cobre, dentro de um cabo submarino, ela conectava a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP – ao Fermilab, o laboratório de física, que ficava em Illinois, nos Estados Unidos.

A partir do ano de 1994, a internet conquista seu espaço nos meios comerciais, a Embratel lança o Serviço Internet Comercial em caráter experimental.

Assim em maio do ano seguinte o serviço se torna definitivo e o Ministério das Comunicações decide fazer a exploração comercial da internet no Brasil.

Em 1996 começaram a funcionar as primeiras empresas provedoras de acesso a internet no Brasil e apenas dois anos mais tarde, com o aumento da estrutura e o crescimento do número de usuários o Brasil já ocupava a 19ª posição mundial no número de hosts.

Mesmo com problemas estruturais, a nossa banda larga se consolidou, o processo de informatização fez da internet um fator fundamental para empresas e consumidores e os serviços de provimento de acesso se tornaram cada vez mais importantes para a disseminação da tecnologia.

As Igrejas Também Fizeram Parte Dessa Evolução

Com o tempo foram surgindo programas e ferramentas voltadas a administração das igrejas, ajuda nos cultos, na comunicação, entre outras tarefas que fizeram com a modernização das igrejas se transformasse num processo natural.

Como sempre enfatizamos em nossos artigos é importante compreendermos que quando investe em tecnologia a igreja não está procurando se comparar a uma empresa.

Pelo contrário, ela está justamente querendo cumprir melhor seu papel na sociedade, ganhando novas almas.

Já foi o tempo das fichas feitas na máquina de escrever e dos pesados armários com as gavetas lotadas de papel, fotos 3×4 com gola e as fichas cheias de corretivo em cada mudança que houvesse com a vida do membro.

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A Zeke e a Informatização de Igrejas

A Zeke tem os melhores softwares de gestão eclesiástica do mercado, ajudando igrejas e instituições há mais de 20 anos, só trabalhamos com informatização de igrejas.

Temos uma equipe de suporte, uma equipe de consultores que estuda as alterações da legislação diariamente, uma equipe de desenvolvedores para web e contadores que adéqua as rotinas dos softwares a realidade das igrejas.

Seja no âmbito da secretaria com cadastro de membros, visitantes e crianças ou no âmbito da tesouraria com lançamentos de caixa, bancos, contas a pagar, dízimos e ofertas, entre outros.

Não importa o tamanho da sua igreja, nem o seu nível de conhecimento em tecnologia, nós temos a melhor solução para você digitalizar a sua igreja, seja estando na nuvem, seja para redes locais, a nossa meta é deixar a sua gestão financeira, administrativa e contábil 100% digital.

A gestão da sua igreja pode ser feita de forma organizada e acessível a toda a liderança. Conheça o Zeke →

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Perguntas Frequentes sobre Informatizar a Igreja

Por que Informatizar uma Igreja?

Informatizar a igreja traz quatro benefícios que o papel não entrega:

(1) Velocidade de acesso à informação — relatórios complexos que tomariam uma semana em fichas físicas saem em minutos;

(2) Capacidade de análise — cruzamento de dados entre cadastro de membros, frequência e dízimos permite indicadores reais;

(3) Descentralização — cada colaborador acessa apenas o que é de sua responsabilidade (secretaria, tesouraria, EBD);

(4) Preservação histórica — papel se perde, queima, envelhece; dados digitais com backup ficam para gerações. Igreja informatizada não é igreja moderna por moda — é igreja preparada para crescer.

Qual a Diferença entre Igreja Informatizada e Igreja Digital?

A igreja informatizada é aquela em que os dados estão em arquivos eletrônicos: podem ser pesquisados, formatados e estratificados, mas quem analisa e decide é você.

A igreja digital é aquela em que a decisão já vem tomada pelo sistema, com rotinas e critérios pré-estabelecidos; ao gestor cabe comandar ou autorizar.

Ter as fichas numa planilha no computador é informatização estática. O passo seguinte é o sistema inteligente, que interage: envia e-mails e mensagens, lança dízimos, gera gráficos e estatísticas, dispara avisos.

Por Onde Começar a Informatizar a Igreja?

A informatização pode começar de forma simples, em etapas:

(1) um bom cadastro de membros, que é o primeiro e o melhor dos passos;

(2) o acompanhamento dos dízimos e ofertas;

(3) o controle de caixa;

(4) bancos e aplicações;

(5) aos poucos, todo o controle financeiro e a escrituração contábil.

A ordem importa: não adianta informatizar a desorganização. Registros desencontrados e sem qualidade levam a decisões erradas, e isso tem um custo, às vezes irreparável.

Qual a Vantagem de um Sistema de Gestão para Igreja?

Um sistema de gestão eclesiástica oferece, em um único ambiente:

  • Cadastro Centralizado de Membros, Visitantes e Crianças;
  • Controle Financeiro (Dízimos, Ofertas, Contas a Pagar, Prestação de Contas);
  • Gestão de Ministérios e Escalas; Controle da EBD (Matrícula, Presença e Classes);
  • Emissão de Certificados (Batismo, Apresentação e Transferência);
  • Relatórios e Indicadores Automáticos.

Comparado a planilhas soltas e fichas físicas, elimina retrabalho, evita inconsistências entre departamentos e libera a equipe pastoral para focar no cuidado espiritual, não no burocrático.

Como Escolher o Melhor Sistema para Igreja?

Critérios essenciais na escolha:

(1) Suporte — tem e-mail e telefone de contato humano? Responde em até 24h?

(2) Integração — cadastro, financeiro, EBD e comunicação funcionam integrados ou são módulos soltos?

(3) Permissões por usuário — o pastor vê tudo, o tesoureiro só vê o financeiro, o secretário só vê a membresia?

(4) Acesso remoto — funciona no celular e tablet, de qualquer lugar?

(5) Backup automático — seus dados estão protegidos?

(6) Preço compatível com o tamanho da igreja. Teste antes, nunca compre no escuro.

No fornecedor, procure empresas estáveis no mercado, com boa lista de clientes; registro no INPI é um diferencial considerável. Nota fiscal e contrato, sempre.

Como já dissemos um sistema sozinho não faz a igreja crescer, mas é uma ferramenta que te ajuda na gestão eclesiástica.

Informatizar a Igreja é Caro?

O mercado tem softwares para todos os gostos e bolsos. A solução mais cara e avançada talvez não seja a mais adequada, e nem por isso a decisão deve recair sobre a mais barata, que de repente não tem suporte, nem garantia, nem nada.

Entretanto, a conta não se fecha só no preço da licença. Igreja que lança dízimos e ofertas numa rotina e depois paga um contador externo para refazer tudo a fim de atender a legislação está pagando duas vezes pelo mesmo trabalho.

Investir em informatizar a sua igreja, amigo pastor, não é despesa, nem é supérfluo, é absoluta necessidade.

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