Dinâmicas para Jovens: 15 Atividades com Texto Bíblico, Tempo e Reflexão

Quem dirige a reunião de jovens raramente tem o problema de achar uma dinâmica para jovens. O problema é outro: são vinte minutos livres, dezoito adolescentes na sala, e a atividade precisa caber nesse tempo, funcionar com esse número de gente e terminar em algum lugar que valha a conversa.

Ou seja, a escolha é operacional antes de ser espiritual. Porém as listas disponíveis quase nunca dizem quanto tempo cada dinâmica leva nem com quantas pessoas ela funciona. E as que trazem texto bíblico costumam parar no versículo, sem dizer o que fazer com ele depois que a brincadeira acaba.

Hoje, vamos ver quinze dinâmicas organizadas pelo que elas precisam produzir no grupo, cada uma com o tempo, o tamanho de grupo, o material e o texto que ela abre.

O que muda numa dinâmica para o grupo de jovens

A maior parte do material disponível foi escrita para célula ou para classe de escola dominical, e ali o grupo já se conhece. Na reunião de jovens, a composição muda toda semana: chega o visitante que o amigo trouxe, some quem entrou no vestibular, e o adolescente de treze anos divide a sala com o universitário de vinte e três.

Existem três consequências disso, e elas aparecem juntas. A dinâmica precisa funcionar sem que todos se conheçam, precisa fazer sentido para duas faixas de idade ao mesmo tempo, e precisa render mesmo que metade do grupo esteja ali pela primeira vez.

Vale registrar o que a Escritura chama de jovem, porque o recorte é mais largo do que o nosso. Naquela época o termo era usado para pessoas desde a mocidade até os quarenta anos,1 uma faixa bem mais larga do que a que costumamos chamar de juventude — e parecida com a que de fato se senta numa reunião de jovens.

E existe um texto que o dirigente carrega antes de qualquer atividade:

Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. 1 Timóteo 4:12

Portanto, a dinâmica não é enfeite de programação. Ela é o meio pelo qual um grupo que ainda não se conhece começa a falar de coisas que importam.

Voltar ao topo

As 15 dinâmicas por tempo e tamanho de grupo

Esta tabela existe para a decisão que você toma na quinta à noite, com a reunião marcada para sábado.

# Dinâmica Tempo Grupo Para quê
1 O Perfil e a Pessoa 8 min 6 a 40 quebrar o gelo
2 Fila em Silêncio 5 min 10 a 40 quebrar o gelo
3 A Cadeira que Sobra 10 min 12 a 30 quebrar o gelo
4 O Mapa da Semana 15 min 6 a 20 criar confiança
5 O Elogio que Ninguém Deu 20 min 8 a 25 criar confiança
6 A Mochila 20 min 6 a 18 criar confiança
7 Três Coisas que Mudaram 15 min 6 a 20 criar confiança
8 O Grupo Decide 25 min 8 a 30 abrir assunto difícil
9 O Comentário que Não Enviei 20 min 6 a 25 abrir assunto difícil
10 Duas Portas 25 min 10 a 40 abrir assunto difícil
11 O Que Eu Faria 30 min 8 a 25 abrir assunto difícil
12 A Legenda 10 min 6 a 40 levar para a semana
13 O Bilhete de Segunda 10 min 6 a 30 levar para a semana
14 O Termômetro 15 min 10 a 40 levar para a semana
15 Um Minuto de Oração 12 min 6 a 25 levar para a semana

Repare que nenhuma passa de trinta minutos. Numa reunião de noventa minutos com louvor, avisos e ensino, é o que sobra sem comprimir a pregação.

Voltar ao topo

Para quebrar o gelo em até 10 minutos

São as três que abrem a noite, e o critério delas é um só: ninguém precisa ter vindo antes para participar. Se o seu grupo se reúne em pequenos grupos durante a semana, há mais opções no artigo sobre dinâmicas de quebra-gelo para células.

1. O Perfil e a Pessoa

Tempo: 8 minutos · Grupo: 6 a 40 · Material: fichas e canetas

Cada um recebe uma ficha e escreve duas coisas que qualquer pessoa veria no perfil dele nas redes e uma coisa que ele nunca postaria — nada constrangedor, apenas algo comum que ficou de fora. As fichas são embaralhadas e lidas em voz alta, e o grupo tenta adivinhar de quem é.

O que a atividade produz é a diferença entre o que se mostra e o que se é, e o texto entra sozinho:

Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem. 1 Samuel 16:7

Reflexão: o versículo é dito na escolha de Davi, quando o próprio profeta estava olhando para o irmão errado. A pergunta que fica para o grupo é o que cada um edita de si antes de aparecer.

2. Fila em Silêncio

Tempo: 5 minutos · Grupo: 10 a 40 · Material: nenhum

O grupo precisa se organizar numa fila por mês e dia de aniversário, do mais novo para o mais velho, sem falar nem escrever. Só gesto. O dirigente marca o tempo e, ao final, a fila é conferida em voz alta.

A dinâmica quase sempre termina com alguém no lugar errado, e é disso que se fala.

Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. 1 Coríntios 12:18

Reflexão: a fila só fica certa quando alguém percebe que precisa de quem está na ponta oposta. Serve para abrir a noite sobre corpo, lugar e função no grupo.

3. A Cadeira que Sobra

Tempo: 10 minutos · Grupo: 12 a 30 · Material: cadeiras e música

É a dança das cadeiras com a regra invertida: ninguém sai. A cada rodada uma cadeira é retirada, e o grupo precisa acomodar todo mundo nas que restaram, no colo, no braço, como conseguir. O jogo acaba quando fisicamente não couber mais.

Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Gálatas 6:2

Reflexão: a versão comum elimina gente a cada rodada, e essa não elimina ninguém. O grupo vê o versículo acontecer antes de ouvi-lo lido.

Voltar ao topo

Para o grupo criar confiança

Estas quatro pedem um grupo que já se viu ao menos duas ou três vezes. Aplicar no primeiro encontro costuma dar silêncio.

4. O Mapa da Semana

Tempo: 15 minutos · Grupo: 6 a 20 · Material: papel e caneta

Cada um desenha a própria semana numa linha, marcando três pontos: o melhor momento, o pior e um que ele não soube classificar. Depois, quem quiser mostra o desenho e comenta um dos três — nunca os três, para não virar depoimento longo.

Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Salmos 139:2

Reflexão: o ponto que ninguém soube classificar é o que costuma render mais. O salmo diz que Deus acompanha inclusive a parte da semana que a pessoa não conseguiu nomear.

5. O Elogio que Ninguém Deu

Três jovens lendo em silêncio a própria folha

Tempo: 20 minutos · Grupo: 8 a 25 · Material: folhas e fita

Cada um cola uma folha nas próprias costas e circula pela sala escrevendo nas folhas dos outros uma qualidade que aquela pessoa tem e provavelmente não sabe que tem. A regra dura é que não vale escrever aparência.

Ao final, cada um lê a própria folha em silêncio.

Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. 1 Tessalonicenses 5:11

Reflexão: o verbo do versículo é construir, e a leitura silenciosa no fim é proposital: o efeito da atividade fica na folha que a pessoa leva para casa, longe da plateia.

6. A Mochila

Tempo: 20 minutos · Grupo: 6 a 18 · Material: uma mochila e objetos variados

O dirigente coloca no centro uma mochila e vários objetos comuns: um caderno, uma pedra, um relógio, um cadeado, um espelho. Cada um escolhe o objeto que representa algo que anda carregando e explica em duas frases, se quiser.

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28

Reflexão: o convite de Jesus é para quem já está carregando, não para quem se preparou. Vale terminar com os objetos dentro da mochila e a mochila fechada, sem comentário.

7. Três Coisas que Mudaram

Tempo: 15 minutos · Grupo: 6 a 20 · Material: nenhum

Em duplas, cada um conta três coisas que mudaram na vida dele nos últimos doze meses — uma boa, uma difícil e uma que ele nem percebeu na hora. Depois cada dupla apresenta o parceiro ao grupo, não a si mesma.

Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Tiago 4:14

Reflexão: apresentar o outro obriga a ter ouvido. E a terceira coisa, a que passou despercebida, mostra o quanto de um ano inteiro só se entende depois.

Voltar ao topo

Para abrir um assunto difícil

São as mais longas, e nenhuma delas funciona sem um dirigente disposto a não fechar a conversa com uma resposta pronta.

8. O Grupo Decide

Tempo: 25 minutos · Grupo: 8 a 30 · Material: fichas com situações

O grupo é dividido em times, e cada time recebe uma situação real sem resposta óbvia: o amigo que pediu para você mentir por ele, o grupo da escola que combinou de colar, o relacionamento que a família reprova. Cada time decide o que faria e precisa defender a escolha em um minuto.

O dirigente não julga as respostas durante a defesa. Só depois abre o texto.

Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. Provérbios 14:12

Reflexão: o provérbio não fala de quem escolhe o errado sabendo, e sim de quem escolhe achando que está certo. Por isso as defesas vêm antes do versículo, e não depois.

9. O Comentário que Não Enviei

Tempo: 20 minutos · Grupo: 6 a 25 · Material: papel e caneta

Cada um escreve, sem assinar, um comentário que quase postou e apagou, ou que postou e se arrependeu. Os papéis são recolhidos e o dirigente lê alguns em voz alta, escolhendo antes o que vai ler.

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Efésios 4:29

Reflexão: o critério de Paulo não é o que é permitido dizer, é o efeito no ouvinte. A conversa costuma ir para o intervalo entre escrever e enviar, que é onde a decisão acontece.

10. Duas Portas

Tempo: 25 minutos · Grupo: 10 a 40 · Material: duas placas

Duas placas em cantos opostos da sala: “eu faria” e “eu não faria”. O dirigente lê situações uma a uma e cada um caminha até o canto que corresponde à sua resposta. Ninguém pode ficar no meio.

Depois de cada rodada, uma pessoa de cada canto explica por quê.

Escolhei hoje a quem sirvais. Josué 24:15

Reflexão: o texto de Josué é dito diante do povo inteiro, e obriga a uma escolha declarada. Ter de andar até um canto da sala faz o que a leitura sozinha não faz.

11. O Que Eu Faria

Tempo: 30 minutos · Grupo: 8 a 25 · Material: Bíblias

O grupo lê o primeiro capítulo de Daniel e reconstrói a cena: a idade dos rapazes, o que estava sendo oferecido, o que eles tinham a perder. Depois, cada time escreve o pedido que Daniel fez ao chefe dos eunucos com as próprias palavras.

E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar. Daniel 1:8

Reflexão: Daniel não recusou em público nem fez discurso. Ele decidiu antes, no coração, e depois negociou com quem tinha autoridade — e é essa ordem que costuma surpreender o grupo.

Voltar ao topo

Para o ensino não parar na porta

Estas quatro fecham a noite. Todas são curtas de propósito, porque a essa altura o grupo já está cansado.

12. A Legenda

Tempo: 10 minutos · Grupo: 6 a 40 · Material: papel e caneta

Cada um escreve o texto da noite como se fosse a legenda de uma foto — no máximo duas linhas, com as próprias palavras. As melhores são lidas, e o grupo escolhe uma para o mural ou para o grupo de mensagens.

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. Salmos 119:105

Reflexão: resumir em duas linhas obriga a decidir o que é o centro do texto. E a legenda escolhida sobrevive à semana, que é mais do que a maioria das pregações consegue.

13. O Bilhete de Segunda

Tempo: 10 minutos · Grupo: 6 a 30 · Material: papel e envelopes

Cada um escreve um bilhete para si mesmo com uma coisa que pretende fazer até a próxima reunião, fecha no envelope e escreve o próprio nome. Os envelopes ficam com o dirigente e voltam fechados na semana seguinte.

E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Hebreus 10:24

Reflexão: o envelope fechado tira a plateia da decisão. O que estimula, aqui, é o grupo saber que todos escreveram, e não o conteúdo do que cada um escreveu.

14. O Termômetro

Tempo: 15 minutos · Grupo: 10 a 40 · Material: fita no chão

Uma linha de fita atravessa a sala, de uma parede à outra. Uma ponta é “frio”, a outra é “quente”. O dirigente faz perguntas sobre a vida com Deus e cada um se posiciona na linha, sem falar.

Ninguém explica a própria posição, e essa regra é o que faz a atividade funcionar.

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Apocalipse 3:15-16

Reflexão: o texto de Laodiceia não trata do frio como pior, e sim do morno. Ver o grupo inteiro se acumular no meio da linha costuma dizer mais do que qualquer exortação.

15. Um Minuto de Oração

Tempo: 12 minutos · Grupo: 6 a 25 · Material: nenhum

Em duplas, cada um ora por um minuto pelo parceiro, em voz alta, sobre uma coisa só, que o parceiro disse antes. O dirigente marca o minuto. Quem não quiser orar em voz alta ora em silêncio, e isso é dito antes de começar.

E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Mateus 6:7

Reflexão: o limite de um minuto e de um assunto é o que tira o medo de quem nunca orou em público. E é o próprio Jesus que trata o tamanho da oração como coisa secundária.

Voltar ao topo

Como encaixar a dinâmica numa reunião de jovens

Numa reunião de noventa minutos, o desenho que costuma funcionar é este:

  • 10 minutos de chegada e uma dinâmica de quebra-gelo, das três primeiras da lista;
  • 25 minutos de louvor;
  • 10 minutos de avisos e da programação do mês;
  • 30 minutos de ensino;
  • 15 minutos de uma dinâmica de fechamento, das quatro últimas.

As dinâmicas de confiança e as de assunto difícil não cabem nesse roteiro, e isso é por desenho: elas pedem uma noite temática, um retiro ou uma reunião menor, em que o ensino é mais curto de propósito.

Portanto, decida primeiro qual é a noite. Uma dinâmica de trinta minutos numa reunião comum come a pregação, e o grupo percebe.

Voltar ao topo

Cinco erros que esvaziam a dinâmica

  1. Escolher pela atividade e não pelo grupo. A pergunta não é qual dinâmica é boa, e sim o que este grupo precisa nesta noite;
  2. Aplicar dinâmica de confiança em grupo novo. Pedir intimidade a quem chegou hoje produz silêncio, e o silêncio é lido como fracasso da atividade;
  3. Deixar o texto para o fim como enfeite. O versículo lido no encerramento, sem conversa, transforma a dinâmica em brincadeira com verniz;
  4. Fazer todo mundo falar. Em grupo grande, exigir que os quarenta comentem alonga a atividade e cala justamente quem tem mais a dizer;
  5. Repetir a mesma dinâmica cedo demais. A que funcionou muito bem tende a voltar na semana seguinte, e é aí que ela perde o efeito.

Voltar ao topo

Como organizar o ministério de jovens

Existe uma parte do problema que dinâmica nenhuma resolve, e ela aparece antes da reunião começar: saber quem está vindo e quem parou de vir.

O ministério de jovens tem duas dificuldades que os outros não têm na mesma medida. A primeira é a rotatividade — o grupo muda de composição várias vezes por ano, entre vestibular, mudança de cidade e trabalho. A segunda é que a saída é silenciosa: o jovem não avisa que parou, ele só deixa de aparecer, e costuma levar duas ou três semanas até alguém notar.

No Zeke, essas duas dificuldades viram tela. Os jovens ficam cadastrados, a escala dos dirigentes fica publicada, a chamada é feita no próprio encontro e cada nome mostra há quantas semanas não aparece. Ou seja, a lista deixa de depender da memória de quem dirigiu, e o líder enxerga quem sumiu antes de o vínculo esfriar.

Sendo assim, sobra ao dirigente o tempo que ele hoje gasta reconstruindo de cabeça quem apareceu no mês. Você pode conhecer o Zeke e fazer um teste gratuito.

E a reunião é só uma parte disso. Boa parte do vínculo de um jovem com a igreja se forma no pequeno grupo de jovens, e a leitura mais ampla do assunto está no artigo sobre como conduzir os jovens na igreja.

Voltar ao topo

Perguntas Frequentes

Que dinâmicas posso fazer com jovens na igreja?

Depende do que o grupo precisa naquela noite. Se ele é novo ou tem muitos visitantes, use as de quebra-gelo — O Perfil e a Pessoa, Fila em Silêncio e A Cadeira que Sobra — porque nenhuma delas exige que as pessoas já se conheçam.

Se o grupo é o mesmo há meses e já conversa, vá direto para as de assunto difícil, como O Grupo Decide e Duas Portas.

Quais são algumas dinâmicas bíblicas para jovens?

As que nascem do texto, e não as que terminam nele. O Que Eu Faria reconstrói Daniel 1 e pede que o grupo escreva o pedido de Daniel com as próprias palavras; O Termômetro põe o grupo numa linha e lê Apocalipse 3:15-16 sobre a igreja morna.

A diferença entre uma dinâmica bíblica e um quiz é essa: no quiz o texto é a pergunta, e aqui ele é a conversa que vem depois da atividade.

Quanto tempo deve durar uma dinâmica na reunião de jovens?

Entre 5 e 15 minutos numa reunião comum de noventa minutos, que é o que sobra sem comprimir o louvor e o ensino.

As dinâmicas de 20 a 30 minutos existem para noite temática, retiro e encontro menor. Aplicá-las numa reunião comum obriga a cortar a pregação, e o grupo percebe a troca.

Como escolher a dinâmica certa para o tamanho do meu grupo?

Grupos de até 20 pessoas comportam as atividades em que cada um fala, como O Mapa da Semana e Três Coisas que Mudaram. Acima de 30, prefira as que se resolvem por movimento e não por fala — Fila em Silêncio, Duas Portas e O Termômetro.

O erro mais comum é usar uma dinâmica de roda em grupo grande: a atividade se arrasta e quem tem mais a dizer acaba não falando.

Voltar ao topo

Fontes

  1. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento, vol. II. Trad. Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006, p. 295.

Citações bíblicas conforme a Almeida Corrigida Fiel (ACF).

Voltar ao topo

Deixe um comentário