Salmo 117: Explicação do Menor Capítulo da Bíblia

O Salmo 117 é o menor capítulo da Bíblia: dois versículos, vinte e nove palavras na Almeida Corrigida Fiel. E, nesse espaço, ele faz a coisa mais larga que um salmo pode fazer — convoca o mundo inteiro para louvar ao Deus de Israel.

Não há queixa, não há inimigo, não há pedido. Há uma ordem dirigida a todas as nações e um motivo em uma linha só. É um salmo que cabe na palma da mão e que Paulo usou para sustentar um argumento central do Novo Testamento.

O texto do Salmo 117

O salmo inteiro cabe em duas linhas, e vale lê-lo antes de qualquer comentário:

“Louvai ao SENHOR todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do SENHOR dura para sempre. Louvai ao SENHOR.” (Sl 117:1-2 ACF)

Repare na estrutura, que é simples e proposital. O versículo 1 é o chamado: quem deve louvar. O versículo 2 é a razão: por que esse louvor se justifica. E o fecho repete o chamado da abertura, fechando o círculo.

Esse formato — convocação, motivo, convocação — é o esqueleto do hino de louvor hebraico. O Salmo 117 é o exemplar mais enxuto dele em toda a Bíblia.

Por que o Salmo 117 é o menor capítulo da Bíblia

Vale tomar a informação ao pé da letra. Nas Bíblias em português, nenhum outro capítulo tem menos de três versículos, e nenhum outro tem menos palavras.

Afinal, quais são os concorrentes? Todos do próprio saltério: os Salmos 131, 133 e 134 têm três versículos cada; Ester 10 também tem três. Em número de palavras na ACF, o Salmo 117 tem 29, e o segundo colocado, o Salmo 134, tem 42.

E o capítulo do meio da Bíblia?

As Bíblias protestantes em português têm 1.189 capítulos. O Salmo 117 é o 595º — com 594 capítulos antes dele e 594 depois.

É comum ouvir que o capítulo central seria o Salmo 118. Ele é o 596º. Quem faz a conta na divisão de capítulos que temos hoje chega ao 117, e não ao 118.

Uma observação sobre esse tipo de curiosidade

Vale um aviso aqui. Divisão em capítulos e versículos é organização posterior, feita para localizar passagens. Surgiu séculos depois do texto bíblico e cumpre função puramente prática de localização.

O Salmo 117 estar no centro da contagem é um fato bonito de citar, não um argumento teológico. O peso do salmo está no que ele diz, não em onde ele calhou de cair na numeração.

Onde o Salmo 117 está: o Hallel Egípcio

O Salmo 117 vem em bloco. Ele pertence ao grupo dos Salmos 113 a 118, que a tradição judaica chama de Hallel Egípcio — nome que vem da ênfase do Salmo 114, o salmo da saída do Egito.

Wiersbe registra o uso litúrgico desse bloco: os Salmos 113 e 114 eram cantados antes da refeição da Páscoa, e os Salmos 115 a 118 a encerravam.1 O mesmo conjunto era entoado em Pentecostes, na Festa dos Tabernáculos e na Festa da Dedicação.

Ou seja, o salmo tinha data marcada no calendário de Israel. E isso tem uma consequência que muda a leitura. Quando os evangelhos dizem que Jesus e os discípulos cantaram antes de sair para o Getsêmani — “E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras” (Mt 26:30 ACF) —, o hino em questão é justamente a parte final do Hallel.

O Salmo 117 está dentro dela. O menor capítulo da Bíblia é, com grande probabilidade, uma das últimas coisas que Jesus cantou antes da cruz. E o que ele canta é a convocação dos gentios ao louvor.

Versículo 1: dois verbos e dois mundos

“Louvai ao SENHOR todas as nações, louvai-o todos os povos” (Sl 117:1 ACF).

A tradução portuguesa repete “louvai” duas vezes, e o leitor naturalmente entende que é a mesma ordem dita de novo. No hebraico são dois verbos diferentes com nuances próprias e complementares.2

Dois verbos diferentes por trás do mesmo “louvai”

O primeiro é halal — a raiz de que vem aleluia, “louvai a Yah”. É o verbo do louvor celebrativo, o que se faz diante de Deus.

O segundo é shabach, que carrega a ideia de exaltar em voz alta, elogiar diante de terceiros. É palavra rara: aparece oito vezes em todo o Antigo Testamento hebraico, cinco delas nos Salmos.

A NVI é a única das sete versões consultadas que preserva a distinção em português, traduzindo o segundo verbo por “exaltem-no”. A BKJ Fiel 1611 usa “exaltai-o” em Romanos 15:11, mas volta a “louvai-o” aqui.

Repare no efeito da escolha. O primeiro verbo é adoração; o segundo é adoração que os outros escutam. O salmo pede as duas coisas na mesma linha, e a segunda depende de haver alguém por perto para ouvir.

“Nações” e “povos”: quem exatamente está sendo convocado

As duas palavras traduzidas por “nações” e “povos” também são distintas. A primeira é goyim, o termo corrente para os povos fora de Israel — 554 ocorrências no Antigo Testamento. A ARA e a NAA traduzem por “gentios”.

A segunda é ummim, e essa é uma raridade de verdade: sete ocorrências no Antigo Testamento inteiro, contando esta. As outras estão em Gênesis 25:16, Números 25:15 e nos Salmos 44, 57, 108 e 149.

Ou seja, a repetição tem propósito claro: o salmo usa duas palavras diferentes para cobrir toda nação da terra, sem deixar ninguém de fora.

O escândalo que essa convocação representava

Vale medir o tamanho do que está sendo dito. Um salmo do saltério de Israel, cantado no templo de Israel, ordena que as nações louvem ao SENHOR — e apresenta como motivo a bondade de Deus “para conosco”.

Israel não está sendo convidado a louvar junto com as nações. Israel está convocando as nações a louvar por causa do que Deus fez a Israel. A misericórdia é experimentada dentro da aliança e proclamada para fora dela.

Essa vocação universal vem desde o princípio: o chamado de Abraão já previa que nele seriam benditas todas as famílias da terra (Gn 12:3 ACF), e Israel devia ser separado dos gentios sem se isolar deles.2 O Salmo 117 é essa vocação em forma de canto.

Versículo 2: o motivo do louvor

“Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do SENHOR dura para sempre” (Sl 117:2 ACF).

Basta olhar para a palavra que abre o versículo: “porque”. Todo o peso do salmo está aqui: a ordem do versículo 1 repousa no próprio caráter de quem deve ser louvado.

“É grande” traduz um verbo de força, não de tamanho

Este é um detalhe fácil de perder em português. As versões dizem que a benignidade de Deus “é grande” ou “é mui grande”, como se fosse uma medida.

O hebraico usa o verbo gavar, que significa prevalecer, vencer, sobrepujar. É o mesmo verbo das águas do dilúvio: “E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra” (Gn 7:19 ACF). É também o verbo da batalha contra Amaleque, quando Israel prevalecia enquanto as mãos de Moisés estavam levantadas (Êx 17:11 ACF).

Ou seja: a misericórdia de Deus prevalece sobre nós — sobe, cobre, vence o que havia contra nós. A imagem é de força, e a preposição hebraica é “sobre nós”, não “em relação a nós”.

Isso muda o tom do versículo. O motivo do louvor universal está na vitória da fidelidade de Deus no lugar exato onde havia oposição.

Benignidade: o chesed da aliança

A palavra traduzida por “benignidade” na ACF, por “misericórdia” na ARA e por “amor leal” na NVI é chesed. É um termo denso do Antigo Testamento e não possui equivalente exato em português.

Chesed reúne bondade e compromisso: é a lealdade de quem firmou uma aliança e a honra mesmo quando a outra parte falha. Por isso as traduções oscilam entre misericórdia, amor, graça e bondade — cada uma pega um lado da palavra.

O mesmo termo está no salmo vizinho, que abre a última seção do Hallel: “Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre” (Sl 118:1 ACF).

Verdade ou fidelidade: emet

A segunda metade do versículo traz emet, que a ACF, a ARC e a BKJ vertem por “verdade” e a ARA, a NAA e a NVI por “fidelidade”. As duas estão certas, e a razão é a raiz da palavra.

O termo carrega a ideia original de ser firme, inabalável e comprovado no tempo.3 Daí sair tanto “verdade” — o que é firme quando testado — quanto “fidelidade” — quem é firme quando o tempo passa.

E é isso que o salmo diz durar “para sempre”. A constância em questão é a de Deus. A frase final do argumento é uma afirmação sobre o caráter divino, e o convite às nações repousa inteiramente sobre ela.

O “Aleluia” que abre e o que fecha

O salmo começa e termina com a mesma palavra. O “Louvai ao SENHOR” final da ACF é, no hebraico, halelu-Yah — literalmente “louvai a Yah”, a forma abreviada do nome do Senhor.

A ARA, a NAA e a NVI transliteram: terminam o salmo com “Aleluia!”. A ACF, a ARC e a BKJ traduzem. É a mesma palavra, e é por isso que algumas Bíblias parecem terminar o Salmo 117 de modo diferente das outras.

O vocabulário hebraico do salmo

Cinco palavras concentram todo o conteúdo do capítulo:

Palavra Onde está Sentido Ocorrências no AT
halal “Louvai” (v. 1) e “Aleluia” (v. 2) louvar, celebrar, gloriar-se em comum
shabach “louvai-o” (v. 1) exaltar em voz alta, elogiar diante de outros 8
goyim “nações” / “gentios” (v. 1) os povos fora de Israel 554
ummim “povos” (v. 1) agrupamentos humanos, nacionalidades 7
chesed “benignidade” (v. 2) bondade leal, ligada à aliança comum
emet “verdade” / “fidelidade” (v. 2) firmeza, o que não se abala comum

As contagens referem-se ao texto hebraico do Antigo Testamento.

O Salmo 117 nas sete versões em português

Como o salmo é curto, dá para comparar as sete traduções inteiras — coisa que raramente cabe num artigo. As diferenças mostram bem onde os tradutores tiveram de escolher:

Versão Versículo 1 Versículo 2
ACF Louvai ao SENHOR todas as nações, louvai-o todos os povos Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do SENHOR dura para sempre. Louvai ao SENHOR
ARC Louvai ao Senhor, todas as nações; louvai-o, todos os povos Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor é para sempre. Louvai ao Senhor!
ARA Louvai ao SENHOR, vós todos os gentios, louvai-o, todos os povos Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do SENHOR subsiste para sempre. Aleluia!
NAA Louvem o SENHOR, todos os gentios; que todos os povos o louvem! Porque grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do SENHOR dura para sempre. Aleluia!
NVI Louvem o SENHOR, todas as nações; exaltem-no, todos os povos! Porque imenso é o seu amor leal por nós, e a fidelidade do SENHOR dura para sempre. Aleluia!
NVT Louvem o SENHOR todas as nações; louvem-no todos os povos Pois grande é o seu amor por nós; a fidelidade do SENHOR dura para sempre. Louvado seja o SENHOR!
BKJ Louvai o SENHOR, todas vós nações, louvai-o todos vós povos Pois a sua benignidade misericordiosa é grande para conosco, e a verdade do SENHOR dura para sempre. Louvai ao SENHOR

Três escolhas aparecem na comparação. A primeira é goyim: “nações” nas Almeidas Corrigidas, na NVI e na NVT; “gentios” na ARA e na NAA.

A segunda é chesed: “benignidade” na linha Corrigida, “misericórdia” na linha Atualizada, “amor leal” na NVI e “amor” na NVT.

A terceira é o fecho: traduzido nas versões da linha Corrigida, transliterado como “Aleluia!” na ARA, na NAA e na NVI. Quem quiser entender melhor essas famílias de tradução pode ver a comparação em qual é a melhor tradução da Bíblia.

Paulo cita o Salmo 117 em Romanos 15

O Salmo 117 aparece no Novo Testamento num lugar estratégico. Em Romanos 15, Paulo está encerrando a carta e mostra que a entrada dos gentios na igreja sempre esteve prevista nas Escrituras de Israel desde o início.

Para isso ele enfileira quatro citações do Antigo Testamento — e a terceira é o nosso salmo:

“E outra vez: Louvai ao Senhor, todos os gentios, e celebrai-o todos os povos.” (Rm 15:11 ACF)

Paulo emprega o versículo dentro da explicação sobre a unidade da igreja, provando que judeus e gentios formam um só corpo diante de Deus.3

Repare no que a citação faz com o salmo. O que no Antigo Testamento era uma convocação dirigida às nações passa a ser, em Paulo, a prova de que Deus sempre pretendeu recebê-las. O imperativo virou evidência.

E há um detalhe de tradução que vale notar: em Romanos 15:11, a ACF verte o segundo verbo por “celebrai-o” e a BKJ por “exaltai-o” — as duas mantêm a distinção que se perdeu no Salmo 117 delas mesmas.

A cena completa do salmo só aparece muito adiante, em Apocalipse, quando João vê “uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas” diante do trono (Ap 7:9 ACF). O que o Salmo 117 ordena, o Apocalipse mostra cumprido.

O que o Salmo 117 ensina

As lições abaixo saem do que o texto significou para quem o cantava no templo, e não de máximas que serviriam para qualquer salmo.

1. O louvor tem endereço para fora

Os dois verbos do versículo 1 não são sinônimos empilhados. Um é o louvor diante de Deus; o outro, a exaltação que os de fora escutam.

Israel cantava esse salmo em festa, com peregrinos de várias regiões passando por Jerusalém. O louvor era, ali, também um anúncio. Uma igreja que só louva de portas fechadas cumpre metade do versículo.

2. O motivo do louvor é o caráter de Deus, e ele não oscila

O salmo ancora o louvor exclusivamente no ser de Deus: é o chesed que prevaleceu e a emet que dura além das circunstâncias.

Isso importa na prática porque o povo que primeiro cantou esse salmo tinha motivos reais de desânimo com a própria situação. Cantavam do outro lado do exílio, num templo reconstruído bem menor que o de Salomão. O motivo do louvor deles estava firmado em quem os havia trazido de volta, e não nas aparências do momento.

Hoje, o mesmo teste vale, e ele é desconfortável: se o louvor de domingo depende de a semana ter sido boa, ele está apoiado no lugar errado.

3. A misericórdia recebida se conta, não se guarda

Infelizmente, esse é um desvio antigo e recorrente: parte de Israel transformou a eleição da aliança em motivo de soberba e desprezo pelos de fora.3

O Salmo 117 desmonta essa lógica pela raiz. Ele diz que a benignidade de Deus é “para conosco” e, na mesma respiração, manda que todos os povos louvem por causa dela. Privilégio recebido vira convocação feita, ou não foi entendido.

4. Tamanho de texto não é medida de peso

Duas linhas bastaram para dizer quem deve louvar, por que deve louvar e por quanto tempo isso vale. O menor capítulo da Bíblia sustenta um argumento de alcance universal.

Para quem prega ou ensina, fica o lembrete: o valor de uma passagem está na verdade que ela proclama, e não na extensão do texto.

Esboço de pregação sobre o Salmo 117

Esboço em três pontos, seguindo a ordem do próprio texto — chamado, motivo, refrão.

Tema

Por que o mundo inteiro deve louvar ao Deus de Israel.

1. Uma ordem sem fronteira (Sl 117:1)

Quem é convocado: as nações e os povos, ditos com duas palavras distintas para não deixar ninguém de fora. Dois verbos: louvar diante de Deus e exaltar diante dos outros. Ligar com o chamado de Abraão em Gênesis 12:3 e com a multidão de Apocalipse 7:9.

2. Um motivo que não muda (Sl 117:2a)

A benignidade que prevalece — o verbo gavar, o mesmo das águas que subiram sobre a terra. A misericórdia não contorna o problema: ela vence sobre nós. Aplicação: o que sustenta o louvor da igreja é o caráter de Deus, não o resultado da semana.

3. Uma fidelidade que dura (Sl 117:2b)

Emet, a firmeza do que não se abala. A promessa vale para além da geração que canta. Fechar com Romanos 15:11: a convocação do salmo já se cumpriu na igreja formada por judeus e gentios, e ainda se cumpre em cada povo alcançado.

Aplicação final sugerida

Ler o salmo inteiro em voz alta duas vezes — uma no começo e uma no fim da mensagem. Como o texto tem duas linhas, a congregação sai sabendo o capítulo de cor, e o efeito é maior que qualquer conclusão elaborada.

Perguntas frequentes sobre o Salmo 117

Qual é o resumo do Salmo 117?

Dois versículos: uma convocação para que todas as nações e povos louvem ao SENHOR, e o motivo dessa convocação — a benignidade de Deus prevalece sobre nós e a fidelidade dele dura para sempre. O salmo abre e fecha com “Louvai ao SENHOR”.

Por que o Salmo 117 é o menor capítulo da Bíblia?

Porque tem apenas dois versículos, e nenhum outro capítulo tem menos de três. Em palavras, são 29 na Almeida Corrigida Fiel, contra 42 do Salmo 134, que é o segundo mais curto.

O Salmo 117 é mesmo o capítulo do meio da Bíblia?

Sim, pela contagem de capítulos das Bíblias em português. São 1.189 capítulos ao todo, e o Salmo 117 é o 595º, com 594 antes e 594 depois. O Salmo 118, apontado com frequência como o central, é o 596º.

Quem escreveu o Salmo 117?

O salmo é anônimo. Não traz título com o nome do autor, e o conteúdo não permite identificá-lo. Pertence ao bloco dos Salmos 113 a 118, ligado à liturgia da Páscoa judaica.

O que significa “benignidade” no Salmo 117?

Traduz o termo hebraico chesed, que une bondade e lealdade a um compromisso assumido. Outras versões traduzem por misericórdia, amor leal ou simplesmente amor. Trata-se da fidelidade constante de quem firmou uma aliança e a sustenta.

Por que algumas Bíblias terminam o Salmo 117 com “Aleluia”?

Porque “Aleluia” e “Louvai ao SENHOR” são a mesma expressão hebraica, halelu-Yah. A ARA, a NAA e a NVI transliteram a palavra; a ACF, a ARC e a BKJ a traduzem.

Onde o Salmo 117 aparece no Novo Testamento?

Em Romanos 15:11, dentro de uma série de citações do Antigo Testamento que Paulo usa para mostrar que a inclusão dos gentios sempre esteve prevista nas Escrituras de Israel.

Jesus cantou o Salmo 117?

Muito provavelmente. O Salmo 117 faz parte do grupo cantado ao final da refeição da Páscoa, e os evangelhos registram que Jesus e os discípulos cantaram o hino antes de sair para o Monte das Oliveiras (Mt 26:30 ACF).

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Fontes

Texto bíblico: Almeida Corrigida Fiel (ACF), com as demais versões identificadas quando citadas. As formas hebraicas e os dados morfológicos referem-se ao texto hebraico etiquetado do STEPBible (TAHOT, CC BY 4.0). Veja também o estudo do Salmo 23:1 e a coleção de versículos explicados.

  1. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento, volume III. Santo André, SP: Geográfica Editora, p. 281.
  2. Ibid., p. 287.
  3. Ibid., p. 288.

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