{"id":14269,"date":"2026-07-06T16:00:40","date_gmt":"2026-07-06T19:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/?p=14269"},"modified":"2026-07-06T16:02:01","modified_gmt":"2026-07-06T19:02:01","slug":"parabolas-de-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/parabolas-de-jesus\/","title":{"rendered":"As Par\u00e1bolas de Jesus &#8211; Estudo Completo (O Rico e L\u00e1zaro)"},"content":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar em como Jesus ensinava as multid\u00f5es? De maneira bem semelhante aos mestres da antiguidade, especialmente os orientais, Ele usava um recurso did\u00e1tico muito interessante: <strong><em>as par\u00e1bolas<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Afirma-se que cerca de um ter\u00e7o de todos os <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/sermao-da-montanha\/\">ensinamentos de Jesus<\/a> foram transmitidos atrav\u00e9s delas.<\/p>\n<h3>O Foco nos Evangelhos Sin\u00f3ticos<\/h3>\n<p>Claro, voc\u00ea pode lembrar de alguns textos do Evangelho de Jo\u00e3o, como o bom pastor (Jo 10.1-5) ou a videira verdadeira (Jo 15.1-10).<\/p>\n<p>Mas, na pr\u00e1tica, a ideia central \u00e9 que as par\u00e1bolas de Jesus est\u00e3o registradas apenas nos Evangelhos Sin\u00f3ticos (Mateus, Marcos e Lucas). Isso ocorre porque os textos de Jo\u00e3o funcionam muito mais como alegorias do que como par\u00e1bolas.<\/p>\n<p>Mantendo essa premissa de que as par\u00e1bolas se concentram nos Sin\u00f3ticos, chegamos a um n\u00famero que gira em torno de quarenta hist\u00f3rias, variando conforme a interpreta\u00e7\u00e3o dos diversos eruditos da B\u00edblia Sagrada.<\/p>\n<h3>A Par\u00e1bola do Rico e L\u00e1zaro<\/h3>\n<p>Entre todas elas, a par\u00e1bola do rico e L\u00e1zaro, narrada unicamente no Evangelho de Lucas (Lc 16.19-31), \u00e9 uma das mais discutidas.<\/p>\n<p>Primeiramente, o debate come\u00e7a logo na d\u00favida se o texto \u00e9 ou n\u00e3o uma par\u00e1bola. Al\u00e9m disso, a narrativa traz elementos curiosos como o Hades, o seio de Abra\u00e3o, a comunica\u00e7\u00e3o entre pessoas que j\u00e1 morreram, o estado de consci\u00eancia plena e um abismo entre os dois ambientes.<\/p>\n<p>Enfim, n\u00e3o d\u00e1 para negar que esse texto de Lucas apresenta algumas dificuldades reais em sua interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 uma Par\u00e1bola?<\/h2>\n<p>Antes de entrarmos no texto do Evangelho de Lucas, \u00e9 fundamental entendermos o que vem a ser uma par\u00e1bola.<\/p>\n<p>Elas est\u00e3o presentes no Antigo Testamento, como a par\u00e1bola de Jot\u00e3o (Jz 9.7-15), a ovelhinha do pobre dita por Nat\u00e3 ao <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/quem-foi-davi-na-biblia\/\">Rei Davi<\/a> (2Sm 12.1-5), e a do espinheiro e do cedro (2Rs 14.9).<\/p>\n<p>No Novo Testamento, lembramos do joio e do trigo (Mt 13.24-30), do tesouro escondido (Mt 13.44) e da grande par\u00e1bola das coisas perdidas: a ovelha (Lc 15.4-7), a moeda (Lc 15.8-10) e o filho (Lc 15.11-32).<\/p>\n<p>Assim, inicialmente, uma par\u00e1bola \u00e9 um dos diversos <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/como-estudar-biblia\/\">g\u00eaneros liter\u00e1rios contidos na B\u00edblia Sagrada<\/a>. Ela caminha lado a lado com a prosa, a poesia, a narrativa, o mandamento, a profecia, a <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/epistolas-de-paulo\/\">ep\u00edstola<\/a> e a novela, por exemplo.<\/p>\n<h3>Defini\u00e7\u00e3o e Prop\u00f3sito das Par\u00e1bolas<\/h3>\n<p>De maneira bem simples, uma par\u00e1bola \u00e9 uma narrativa que faz uso de elementos reais e cotidianos, como um lavrador, um pai de fam\u00edlia, um empregado, um rei ou um pastor de ovelhas. Contudo, n\u00e3o \u00e9 uma hist\u00f3ria verdadeira em si.<\/p>\n<p>O mais fascinante \u00e9 que a par\u00e1bola n\u00e3o \u00e9 apenas uma hist\u00f3ria contada ao vento. Ela traz ao ouvinte a oportunidade de se identificar com o que est\u00e1 ouvindo e chegar a uma conclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a par\u00e1bola apresenta uma ideia a ser refletida, um ensino moral e \u00e9tico a ser comparado com a realidade que se est\u00e1 vivendo.<\/p>\n<p>E \u00e9 exatamente isso que a express\u00e3o grega \u03c0\u03b1\u03c1\u03b1\u03b2\u03bf\u03bb\u03b7 (<em>parabole<\/em>) significa: &#8220;ato de colocar algo ao lado&#8221; ou &#8220;compara\u00e7\u00e3o de uma coisa com outra&#8221;.<\/p>\n<p>Essa ideia tem ra\u00edzes no termo hebraico <em>mashal<\/em>, que tamb\u00e9m carrega o sentido de prov\u00e9rbio, ditado ou narrativa de sabedoria.<\/p>\n<p>Ao comparar o que est\u00e1 ouvindo com a pr\u00f3pria vida, consequentemente, o ouvinte capta o ensino a ser transmitido. Desse modo, ela prop\u00f5e uma forte liga\u00e7\u00e3o entre o narrador, a mensagem e o ouvinte.<\/p>\n<h3>Estrutura e Personagens<\/h3>\n<p>E n\u00e3o pense que ela \u00e9 complexa! Pelo contr\u00e1rio, fazendo uso de poucos personagens, a estrutura de uma par\u00e1bola \u00e9 simples e descomplicada, tornando poss\u00edvel a compreens\u00e3o de quem a ouve.<\/p>\n<p>Ainda que tenha uma ideia central, a par\u00e1bola apresenta pontos secund\u00e1rios importantes. Um exemplo \u00e9 a par\u00e1bola do filho pr\u00f3digo (Lc 15.25-32), em que o filho mais velho ganha destaque na narrativa em um dado momento.<\/p>\n<p>Uma particularidade nas par\u00e1bolas de Jesus \u00e9 que em nenhuma delas Ele cita o nome de algu\u00e9m. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a par\u00e1bola do rico e L\u00e1zaro.<\/p>\n<p>Nas demais hist\u00f3rias, Jesus sempre fez uso de express\u00f5es gen\u00e9ricas, como &#8220;um rei&#8221;, &#8220;um semeador&#8221;, &#8220;um homem&#8221; ou &#8220;uma mulher&#8221;. Por\u00e9m, nessa par\u00e1bola de Lucas, Jesus afirmou:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Havia tamb\u00e9m um certo mendigo, chamado L\u00e1zaro&#8221;<br \/>\nLc 16.20 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>Essa exce\u00e7\u00e3o \u00e9 justamente o que promove a discuss\u00e3o sobre se o texto \u00e9 ou n\u00e3o uma par\u00e1bola.<\/p>\n<h2>O Texto B\u00edblico<\/h2>\n<h3>O Contraste entre os Personagens<\/h3>\n<p>O texto do Evangelho de Lucas (16.19-31) traz uma hist\u00f3ria que se inicia de maneira muito semelhante \u00e0s demais par\u00e1bolas de Jesus:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;19 Ora, havia um homem rico, e vestia-se de p\u00farpura e de linho fin\u00edssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.<br \/>\n20 Havia tamb\u00e9m um certo mendigo, chamado L\u00e1zaro, que jazia cheio de chagas \u00e0 porta daquele.<br \/>\n21 E desejava comer as migalhas que ca\u00edam da mesa do rico; e os pr\u00f3prios c\u00e3es vinham lamber-lhe as chagas&#8221;<br \/>\nLc 16.19-21 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>No primeiro s\u00e9culo, vestir-se de &#8220;p\u00farpura e linho fin\u00edssimo&#8221; indicava um n\u00edvel alt\u00edssimo de luxo e ostenta\u00e7\u00e3o, acess\u00edvel a pouqu\u00edssimos.<\/p>\n<p>Em contraste direto, L\u00e1zaro n\u00e3o apenas vivia na extrema mis\u00e9ria, mas experimentava o c\u00famulo da impureza ritual para um judeu da \u00e9poca: ter suas feridas lambidas por c\u00e3es de rua.<\/p>\n<p>Para a cultura judaica daqueles dias, que associava riqueza de forma direta ao favor divino, a invers\u00e3o de pap\u00e9is apresentada a seguir seria culturalmente chocante.<\/p>\n<h3>A Realidade Ap\u00f3s a Morte<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s isso, Jesus afirma que esses dois homens morreram. L\u00e1zaro foi levado ao &#8220;seio de Abra\u00e3o&#8221;, enquanto o rico simplesmente &#8220;foi sepultado&#8221;.<\/p>\n<p>No Hades, o homem rico viu L\u00e1zaro no seio de Abra\u00e3o. Clamando, pediu-lhe que mandasse L\u00e1zaro molhar a ponta do dedo na \u00e1gua para refrescar sua l\u00edngua (Lc 16.24 ARC), pois estava num lugar de grande tormento.<\/p>\n<p>Em resposta, Abra\u00e3o lembra que, por toda a sua vida, o rico recebeu o que havia de bom e melhor, enquanto L\u00e1zaro recebeu somente os males. Abra\u00e3o tamb\u00e9m ressalta que agora h\u00e1 um imenso e intranspon\u00edvel abismo entre eles (Lc 16.26).<\/p>\n<h3>O Di\u00e1logo e as S\u00faplicas do Rico<\/h3>\n<p>N\u00e3o se contentando com a resposta, o rico pede que algu\u00e9m v\u00e1 \u00e0 casa de seu pai para avisar seus irm\u00e3os sobre a realidade daquele lugar de tormento.<\/p>\n<p>Abra\u00e3o, ent\u00e3o, lhe responde prontamente:<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Eles t\u00eam Mois\u00e9s e os Profetas&#8221;<br \/>\n<\/strong>Lc 16.29 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>Assim, deveriam ouvi-los para n\u00e3o terem o mesmo destino. Ainda insatisfeito, o rico implora que algu\u00e9m dentre os mortos ressuscite para avisar seus parentes, a fim de que se arrependam.<\/p>\n<p>Contudo, Abra\u00e3o d\u00e1 a palavra final:<\/p>\n<blockquote><p><strong>&#8220;Se n\u00e3o ouvem a Mois\u00e9s e aos Profetas, tampouco acreditar\u00e3o, ainda que algum dos mortos ressuscite&#8221;<br \/>\n<\/strong>Lc 16.31 ARC<\/p><\/blockquote>\n<h2>Uma Pequena Interpreta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<h3>\u00c9 Realmente uma Par\u00e1bola?<\/h3>\n<p>Como j\u00e1 foi apontado, esse texto, muitas vezes intitulado de A Par\u00e1bola do Rico e L\u00e1zaro, levanta discuss\u00f5es sobre ser ou n\u00e3o uma par\u00e1bola.<\/p>\n<p>Essa d\u00favida ocorre porque Jesus cita o nome pr\u00f3prio de L\u00e1zaro. Afinal, se o texto n\u00e3o for uma par\u00e1bola, trata-se de uma narrativa de um fato real, o que abre portas para a formula\u00e7\u00e3o de doutrinas b\u00edblicas.<\/p>\n<p>Entretanto, apesar dessa exce\u00e7\u00e3o, a maioria dos eruditos e int\u00e9rpretes do Novo Testamento \u2014 como Joachim Jeremias, C. H. Dodd e Kenneth Bailey \u2014 afirma que o texto \u00e9, sim, uma par\u00e1bola magistralmente estruturada por Jesus.<\/p>\n<h3>O Contexto e a Mensagem de Jesus<\/h3>\n<p>Para analisarmos melhor, precisamos entender o contexto. Esse texto vem logo ap\u00f3s a par\u00e1bola do mordomo infiel (Lc 16.1-13) e a repreens\u00e3o aos fariseus, a quem Jesus chamou de &#8220;avarentos&#8221; (Lc 16.14-18).<\/p>\n<p>Assim, a par\u00e1bola \u00e9 a resposta de Jesus aos avarentos fariseus, que se portavam de maneira infiel com o que o Senhor lhes havia confiado.<\/p>\n<p>Nessa narrativa, o rico representa a classe religiosa de Israel, enquanto L\u00e1zaro representa aqueles que dependem unicamente de Deus.<\/p>\n<p>Vale notar que as maldades do rico n\u00e3o s\u00e3o sequer listadas. O grande erro dele foi simplesmente evitar fazer o bem \u00e0quele que se alimentava das migalhas de sua mesa.<\/p>\n<p>Nesse sentido, Jesus nos ensina que n\u00e3o apenas praticar o mal, mas deixar de fazer o bem, j\u00e1 \u00e9 algo condenat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o fale sobre o sepultamento de L\u00e1zaro, Jesus apresenta um contraste claro. L\u00e1zaro foi do sofrimento terreno ao prazeroso descanso eterno, enquanto o rico foi do moment\u00e2neo prazer terreno ao eterno sofrimento.<\/p>\n<h3>O Estado Intermedi\u00e1rio e o Abismo<\/h3>\n<p>Jesus tamb\u00e9m adentra na cren\u00e7a judaica de que quem estivesse no seio de Abra\u00e3o (para\u00edso) ou no Hades (inferno, lugar de tormento) poderia ter a vis\u00e3o uns dos outros.<\/p>\n<p>Acreditava-se em um estado intermedi\u00e1rio antes da condena\u00e7\u00e3o, onde j\u00e1 era poss\u00edvel ter a no\u00e7\u00e3o do para\u00edso ou do sofrimento eterno.<\/p>\n<p>Mas, mesmo nesse estado intermedi\u00e1rio, j\u00e1 existia um grande e intranspon\u00edvel abismo entre os dois lugares. Diante do desespero, o rico suplica para avisar seus irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Contudo, Abra\u00e3o informa que, na vida terrena, eles j\u00e1 t\u00eam Mois\u00e9s e os Profetas. Ou seja, enquanto vivemos aqui, possu\u00edmos a Palavra de Deus para nos advertir sobre a vida e o sofrimento eterno.<\/p>\n<p>Fica n\u00edtido que Jesus est\u00e1, de forma indireta, apontando para si mesmo. Afinal, Ele \u00e9 o cumprimento de Mois\u00e9s (a Lei) e dos Profetas. Em outras palavras, Jesus \u00e9 o caminho para a vida eterna.<\/p>\n<h3>A Dureza do Cora\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Como pedido final, o rico pede a ressurrei\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m para advertir sua fam\u00edlia. A resposta de Abra\u00e3o mostra que, se eles n\u00e3o acreditam em Mois\u00e9s e nos profetas \u2014 isto \u00e9, se n\u00e3o acreditam em Jesus \u2014, tamb\u00e9m n\u00e3o acreditariam caso algu\u00e9m ressuscitasse.<\/p>\n<p>Alguns estudiosos interpretam que a cita\u00e7\u00e3o do nome L\u00e1zaro seja uma refer\u00eancia \u00e0quele que Jesus, de fato, ressuscitou, j\u00e1 que a classe religiosa intentava mat\u00e1-lo:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;10 E os principais dos sacerdotes tomaram delibera\u00e7\u00e3o para matar tamb\u00e9m a L\u00e1zaro,<br \/>\n11 porque muitos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus&#8221;<br \/>\nJo 12.10,11 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>L\u00e1zaro, irm\u00e3o de Marta e Maria, certamente testemunhou esse estado intermedi\u00e1rio. Ele regressou como uma testemunha viva de quem \u00e9 Jesus; contudo, a classe religiosa ainda assim pretendia mat\u00e1-lo.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9: mesmo que algu\u00e9m ressuscitasse e pregasse sobre o que h\u00e1 depois da morte, o cora\u00e7\u00e3o endurecido n\u00e3o acreditaria.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o e Aplica\u00e7\u00e3o Pr\u00e1tica<\/h2>\n<h3>Quem s\u00e3o os Nossos L\u00e1zaros?<\/h3>\n<p>Quem s\u00e3o os nossos &#8220;L\u00e1zaros&#8221;? Quem s\u00e3o aqueles que jazem invis\u00edveis \u00e0s nossas portas?<\/p>\n<p>Jesus nos ensina que a omiss\u00e3o diante da necessidade do pr\u00f3ximo \u00e9 t\u00e3o condenat\u00f3ria quanto a pr\u00e1tica deliberada do mal. A riqueza, quando nos cega para o amor ao pr\u00f3ximo, torna-se um la\u00e7o.<\/p>\n<p>Hoje, somos desafiados a construir pontes sobre os abismos sociais, tendo sempre a Palavra de Deus (Mois\u00e9s e os Profetas) como nossa b\u00fassola moral e espiritual.<\/p>\n<h3>Recomenda\u00e7\u00f5es de Leitura<\/h3>\n<p>Se voc\u00ea deseja conhecer mais sobre as par\u00e1bolas, elementos liter\u00e1rios e interpreta\u00e7\u00e3o b\u00edblica, recomendo que conhe\u00e7a estas obras:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>A Espiral Hermen\u00eautica: uma nova abordagem \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o b\u00edblica<\/strong> (<a href=\"https:\/\/link.amazon\/B0iJBXGp6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/link.amazon\/B0iJBXGp6<\/a>)<\/li>\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Interpreta\u00e7\u00e3o B\u00edblica<\/strong> (<a href=\"https:\/\/link.amazon\/B03LiAePN\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/link.amazon\/B03LiAePN<\/a>)<\/li>\n<\/ul>\n<p>S\u00e3o duas obras muito profundas que apresentam diversos aspectos da interpreta\u00e7\u00e3o e hermen\u00eautica b\u00edblica.<\/p>\n<p><em>Esse artigo foi adaptado do artigo original do nosso irm\u00e3o Mois\u00e9s Brasil. Voc\u00ea pode acompanhar o seu trabalho excepcional atrav\u00e9s do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/moisesbrasilmaciel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">YouTube<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/moises.brasil.maciel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a>.<\/em><\/p>\n<p>E voc\u00ea?<\/p>\n<p>O que essa hist\u00f3ria de Jesus revela sobre a forma como voc\u00ea tem tratado o pr\u00f3ximo?<\/p>\n<p>Fique na Paz!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 parou para pensar em como Jesus ensinava as multid\u00f5es? De maneira bem semelhante aos mestres da antiguidade, especialmente os orientais, Ele usava um recurso did\u00e1tico muito interessante: as par\u00e1bolas. Afirma-se que cerca de um ter\u00e7o de todos os ensinamentos de Jesus foram transmitidos atrav\u00e9s delas. O Foco nos Evangelhos Sin\u00f3ticos Claro, voc\u00ea pode &#8230; <a title=\"As Par\u00e1bolas de Jesus &#8211; Estudo Completo (O Rico e L\u00e1zaro)\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/parabolas-de-jesus\/\" aria-label=\"Read more about As Par\u00e1bolas de Jesus &#8211; Estudo Completo (O Rico e L\u00e1zaro)\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":14270,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[138],"tags":[],"class_list":["post-14269","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-devocionais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14269","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14269"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14269\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14273,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14269\/revisions\/14273"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14270"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14269"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14269"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14269"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}