{"id":14179,"date":"2026-06-12T15:02:50","date_gmt":"2026-06-12T18:02:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/?p=14179"},"modified":"2026-06-12T15:02:50","modified_gmt":"2026-06-12T18:02:50","slug":"dons-espirituais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/dons-espirituais\/","title":{"rendered":"Dons Espirituais e o Dom de L\u00ednguas: O que Paulo Realmente Ensinou?"},"content":{"rendered":"<p>Em meio aos debates teol\u00f3gicos de hoje, poucos assuntos despertam tanto fasc\u00ednio e tanta controv\u00e9rsia quanto a atua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo na Igreja.<\/p>\n<p>O Novo Testamento, especificamente na Primeira Carta de Paulo aos Cor\u00edntios (1Co 12.1-11), apresenta uma lista de dons espirituais. Paulo aponta que eles s\u00e3o dados pelo Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>Deus concede esses dons aos crentes em Jesus Cristo com um prop\u00f3sito claro. Eles servem para tratar, curar, edificar, consolar, exortar e amadurecer a Igreja do Senhor Jesus.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Esp\u00edrito Santo capacita a Igreja a anunciar o Evangelho com autoridade e poder, de forma semelhante ao que vimos no dia de Pentecostes, no livro de Atos dos Ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p>Nessa lista, o ap\u00f3stolo Paulo aponta os seguintes dons (1Co 12.8-10):<\/p>\n<ul>\n<li>A palavra da sabedoria;<\/li>\n<li>A palavra do conhecimento;<\/li>\n<li>A f\u00e9;<\/li>\n<li>Os dons de curar;<\/li>\n<li>A opera\u00e7\u00e3o de milagres (sinais e maravilhas);<\/li>\n<li>A profecia;<\/li>\n<li>O discernimento de esp\u00edritos;<\/li>\n<li>A variedade de l\u00ednguas;<\/li>\n<li>A interpreta\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dentre eles, o dom de variedade de l\u00ednguas \u00e9, sem d\u00favida, o que levanta mais discuss\u00f5es, interpreta\u00e7\u00f5es e at\u00e9 doutrinas diferentes.<\/p>\n<p>Desde o dia de Pentecostes, quando os crentes foram batizados com o Esp\u00edrito Santo, at\u00e9 hoje, o dom de l\u00ednguas tem sido frequentemente criticado. No pr\u00f3prio livro de Atos dos Ap\u00f3stolos, muitos criticaram o que ouviram dizendo:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEles beberam vinho demais\u201d<br \/>\nAt 2.13 NVI<\/p><\/blockquote>\n<p>Por isso, o dom de l\u00ednguas arrasta cr\u00edticas de quem o despreza ou n\u00e3o o compreende. Muitas vezes, ele \u00e9 tratado como infantilidade, heresia ou simples motivo de zombaria. No entanto, \u00e0 luz das Escrituras, trata-se de um dom genu\u00edno do Esp\u00edrito Santo para a Igreja.<\/p>\n<h2>A Realidade do Dom de L\u00ednguas<\/h2>\n<p>Como observamos, o dom de l\u00ednguas costuma enfrentar muita resist\u00eancia. Ele sofre ataques desde a sua primeira manifesta\u00e7\u00e3o no dia de Pentecostes.<\/p>\n<p>Atos dos Ap\u00f3stolos conta que, atrav\u00e9s das l\u00ednguas concedidas pelo Esp\u00edrito, pessoas de v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es ouviram em seus pr\u00f3prios idiomas (um fen\u00f4meno chamado <em>xenolalia<\/em>) \u201cas grandezas de Deus\u201d (At 2.11 ARC).<\/p>\n<p>No grego, a express\u00e3o para \u201cgrandeza\u201d \u00e9 \u03bc\u03b5\u03b3\u03b1\u03bb\u03b5\u03b9\u03bf\u03c2 (<em>megaleios<\/em>). Ou seja, eles ouviram coisas \u201cexcelentes\u201d, \u201cmaravilhosas\u201d e \u201cespl\u00eandidas\u201d sobre Deus. Eles ouviram louvores!<\/p>\n<p>Aquelas pessoas n\u00e3o ouviram o Evangelho diretamente por meio das l\u00ednguas, mas sim as \u201cgrandezas de Deus\u201d. A mensagem de salva\u00e7\u00e3o foi anunciada logo em seguida, com muita clareza, na prega\u00e7\u00e3o do ap\u00f3stolo Pedro (At 2.14-41).<\/p>\n<p>Ainda assim, alguns come\u00e7aram a zombar e escarnecer, dizendo:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEles beberam vinho demais\u201d<br \/>\nAt 2.13 NVI<\/p><\/blockquote>\n<p>Apesar das cr\u00edticas iniciais e at\u00e9 do mau uso que ocorreu na igreja de Corinto, o dom de l\u00ednguas \u00e9 uma realidade no Novo Testamento. Mesmo enfrentando a zombaria dos \u00edmpios e precisando ser ajustado por Paulo no culto p\u00fablico, o dom se consolidou ap\u00f3s o batismo com o Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>A Ceia do Senhor era comum aos crentes. Quando houve problemas, Paulo a ajustou em sua Primeira Ep\u00edstola aos Cor\u00edntios (1Co 11.17-34). Da mesma forma, o dom de l\u00ednguas era comum \u00e0s igrejas primitivas. Quando surgiram os problemas, Paulo tamb\u00e9m o ajustou (1Co 12, 13 e 14).<\/p>\n<p>O dom de l\u00ednguas \u00e9 mencionado cerca de 26 vezes no Novo Testamento. Ele aparece no final do Evangelho de Marcos, quatro vezes em Atos dos Ap\u00f3stolos e 21 vezes na Primeira Ep\u00edstola aos Cor\u00edntios.<\/p>\n<p>Existe a perspectiva teol\u00f3gica do Cessacionismo, que defende que os dons extraordin\u00e1rios cessaram com o fim do <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/quem-escreveu-biblia\/\">c\u00e2non b\u00edblico<\/a> e a morte dos ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os textos de Atos e 1 Cor\u00edntios n\u00e3o imp\u00f5em um &#8220;prazo de validade&#8221; para a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. Assim, o dom de l\u00ednguas foi e continua sendo real e genuinamente dado \u00e0s congrega\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>O Dom de L\u00ednguas<\/h2>\n<p>Agora que entendemos a realidade b\u00edblica desse dom, vamos nos aprofundar no que ele realmente \u00e9 (frequentemente chamado de <em>glossolalia<\/em>). O dom de l\u00ednguas \u00e9 a capacidade dada pelo Esp\u00edrito Santo a um crente para se comunicar com Deus (1Co 14.2) e com os homens (crentes ou n\u00e3o).<\/p>\n<p>Conforme Luciano Subir\u00e1 explica (1998), trata-se de uma linguagem espiritual de ora\u00e7\u00e3o. Ela transcende o nosso intelecto e opera diretamente por meio do esp\u00edrito do crist\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da comunica\u00e7\u00e3o, as l\u00ednguas servem como um sinal (1Co 14.22) para os descrentes. Foi exatamente o que ocorreu no dia de Pentecostes, quando todos ouviram as \u201cgrandezas de Deus\u201d (At 2.11 ARC).<\/p>\n<p>Portanto, trata-se de uma comunica\u00e7\u00e3o sobrenatural. Paulo diz aos cor\u00edntios que \u201co que fala l\u00edngua estranha n\u00e3o fala aos homens, sen\u00e3o a Deus; porque ningu\u00e9m o entende, e em esp\u00edrito fala de mist\u00e9rios\u201d. Ele tamb\u00e9m refor\u00e7a que \u201co que fala l\u00edngua estranha edifica-se a si mesmo\u201d (1Co 14.4 ARC).<\/p>\n<p>Por esse texto, compreendemos que o dom capacita o crente a se comunicar com Deus de uma forma misteriosa entre o esp\u00edrito humano e o Criador. Essa <a href=\"https:\/\/www.zeke.com.br\/blog\/oracao-na-biblia\/\">comunica\u00e7\u00e3o sobrenatural com Deus<\/a> proporciona a edifica\u00e7\u00e3o do crente. Ela constr\u00f3i algo divino em seu interior.<\/p>\n<p>Quem fala com Deus est\u00e1 orando. Logo, quem fala em l\u00ednguas est\u00e1 orando em l\u00ednguas! E enquanto ora dessa forma, segundo Paulo, o crente \u00e9 edificado.<\/p>\n<p>Reinhard Bonnke, em <em>Os dons do Esp\u00edrito Santo em a\u00e7\u00e3o<\/em> (2013), observa que os outros dons (como sabedoria, conhecimento, profecia e f\u00e9) trazem certo decoro. Contudo, as l\u00ednguas parecem exigir um quebrantamento e uma humilha\u00e7\u00e3o do nosso comportamento.<\/p>\n<p>Talvez Deus tenha nos dado esse dom justamente para esvaziar o orgulho humano. Isso mostra que o Esp\u00edrito Santo \u00e9 quem realmente governa o crente.<\/p>\n<p>Te\u00f3logos como Sam Storms (2014) ressaltam que orar em l\u00ednguas \u00e9 uma forma de louvor e intercess\u00e3o que vai muito al\u00e9m do nosso vocabul\u00e1rio.<\/p>\n<p>Para Bonnke e muitos crist\u00e3os, o dom de l\u00ednguas serve, com frequ\u00eancia, como uma evid\u00eancia vis\u00edvel de que algu\u00e9m foi batizado no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<h2>As L\u00ednguas em um Culto P\u00fablico<\/h2>\n<p>Uma coisa \u00e9 orar em l\u00ednguas sozinho em casa. Outra bem diferente \u00e9 fazer isso em um culto p\u00fablico, cercado de crentes e descrentes. Segundo Paulo, o crente n\u00e3o deve ser impedido de orar em l\u00ednguas. O pr\u00f3prio texto orienta:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cn\u00e3o proibais falar l\u00ednguas\u201d<br \/>\n1Co 14.39 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>No entanto, em p\u00fablico, deve haver interpreta\u00e7\u00e3o para que todos sejam edificados. Com a interpreta\u00e7\u00e3o, todos no ambiente recebem a edifica\u00e7\u00e3o. Caso n\u00e3o haja int\u00e9rprete, o crente deve ficar &#8220;calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus\u201d (1Co 14.28 ARC).<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica pastoral de muitas igrejas saud\u00e1veis hoje, o crente pode expressar sua devo\u00e7\u00e3o em l\u00ednguas de forma sussurrada ou \u00edntima durante a adora\u00e7\u00e3o. Ele apenas n\u00e3o deve chamar aten\u00e7\u00e3o para si ou interromper o culto se n\u00e3o houver interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que Paulo afirma:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cE, agora, irm\u00e3os, se eu for ter convosco falando l\u00ednguas estranhas, que vos aproveitaria&#8230;?\u201d<br \/>\n1Co 14.6 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>Sem a interpreta\u00e7\u00e3o, a mensagem n\u00e3o \u00e9 intelig\u00edvel. N\u00e3o h\u00e1 fruto para a congrega\u00e7\u00e3o, e o proveito fica apenas para a pr\u00f3pria pessoa. Mas, se algu\u00e9m fala em alta voz e h\u00e1 interpreta\u00e7\u00e3o, todos s\u00e3o edificados, quase como se fosse uma profecia!<\/p>\n<p>Paulo explica:<\/p>\n<blockquote><p>\u201c13 Pelo que, o que fala l\u00edngua estranha, ore para que a possa interpretar.<\/p>\n<p>14 Porque, se eu orar em l\u00edngua estranha, o meu esp\u00edrito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.<\/p>\n<p>15 Que farei, pois? Orarei com o esp\u00edrito, mas tamb\u00e9m orarei com o entendimento; cantarei com o esp\u00edrito, mas tamb\u00e9m cantarei com o entendimento\u201d<br \/>\n1Co 14.13-15 ARC<\/p><\/blockquote>\n<h2>O Texto de Paulo aos Cor\u00edntios<\/h2>\n<p>Os cap\u00edtulos 11 a 14 da Primeira Carta aos Cor\u00edntios lidam com problemas espec\u00edficos daquela igreja. Paulo precisava ajustar a postura dos crentes em reuni\u00f5es p\u00fablicas e na Ceia do Senhor.<\/p>\n<p>O ap\u00f3stolo n\u00e3o queria criar um tratado teol\u00f3gico complexo sobre dons ou sobre a Ceia. Ele estava apenas resolvendo quest\u00f5es que a igreja de Corinto enfrentava.<\/p>\n<p>Mesmo assim, encontramos ali princ\u00edpios espirituais valiosos que norteiam a Igreja at\u00e9 os dias de hoje. Eles nos ensinam como o crente deve se portar tanto na Ceia quanto no uso dos dons durante o culto.<\/p>\n<p>Esses temas n\u00e3o aparecem em cartas a outras igrejas simplesmente porque essas outras comunidades n\u00e3o apresentavam esses problemas. A celebra\u00e7\u00e3o e o uso dos dons j\u00e1 edificavam o povo sem conflitos. Sem problema, sem ep\u00edstola!<\/p>\n<p>Por outro lado, a igreja de Corinto lidava com imoralidade, idolatria, divis\u00f5es e muita falta de controle no uso dos dons. Diante disso, Paulo escreve:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cQue fareis, pois, irm\u00e3os? Quando vos ajuntais, cada um de v\u00f3s tem salmo, tem doutrina, tem revela\u00e7\u00e3o, tem l\u00edngua, tem interpreta\u00e7\u00e3o. Fa\u00e7a-se tudo para edifica\u00e7\u00e3o\u201d<br \/>\n1Co 14.26 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>Fica claro que Paulo n\u00e3o descarta o que acontecia ali. Ele apenas organiza o que a igreja havia recebido de Deus. Os cor\u00edntios tinham salmo, ensino, revela\u00e7\u00e3o, l\u00ednguas e interpreta\u00e7\u00e3o. O que lhes faltava era ordem para que todos pudessem crescer juntos.<\/p>\n<p>Eles desejavam muito os dons espirituais. Paulo orienta que esse desejo deveria focar, acima de tudo, na edifica\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria igreja (1Co 14.12 ARC). Em resumo, Paulo nunca descarta o dom de l\u00ednguas. Ele apenas o organiza.<\/p>\n<p>O problema em Corinto n\u00e3o eram as l\u00ednguas em si. O problema era que alguns crentes se sentiam superiores aos outros por falarem em l\u00ednguas estranhas.<\/p>\n<p>Paulo reafirma que ningu\u00e9m deve ser proibido de falar em l\u00ednguas (1Co 14.39). Por\u00e9m, assim como a profecia, isso deve ser feito \u201cdecentemente e com ordem\u201d (1Co 14.40 ARC). Nessa organiza\u00e7\u00e3o, as l\u00ednguas s\u00e3o bem-vindas no culto, desde que interpretadas.<\/p>\n<p>Sem interpreta\u00e7\u00e3o, o crente deve se acalmar e sussurrar sua ora\u00e7\u00e3o a Deus, afinal, \u201cos esp\u00edritos dos profetas est\u00e3o sujeitos aos profetas\u201d (1Co 14.32 ARC). Paulo apenas nos lembra que, num culto p\u00fablico, uma l\u00edngua n\u00e3o interpretada tem um valor coletivo menor do que uma profecia.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>Pode parecer, para alguns, que os dons existiam somente na igreja de Corinto. Se fosse assim, s\u00f3 eles deveriam celebrar a Ceia do Senhor, j\u00e1 que o assunto tamb\u00e9m foi tratado apenas para eles.<\/p>\n<p>No entanto, sabemos que os dons do Esp\u00edrito Santo, incluindo as l\u00ednguas, eram uma realidade em todas as igrejas do Novo Testamento. Esse dom maravilhoso capacita o crente a orar em esp\u00edrito diretamente a Deus, trazendo edifica\u00e7\u00e3o pessoal.<\/p>\n<p>Quando exercido em p\u00fablico, esse mesmo dom precisa de ordem. A interpreta\u00e7\u00e3o deve acompanhar a manifesta\u00e7\u00e3o para que toda a igreja seja edificada. Exatamente como o ap\u00f3stolo Paulo orientou:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cQue fareis, pois, irm\u00e3os? Quando vos ajuntais, cada um de v\u00f3s tem salmo, tem doutrina, tem revela\u00e7\u00e3o, tem l\u00edngua, tem interpreta\u00e7\u00e3o. Fa\u00e7a-se tudo para edifica\u00e7\u00e3o\u201d<br \/>\n1Co 14.26 ARC<\/p><\/blockquote>\n<p>E voc\u00ea?<\/p>\n<p>Como tem buscado os dons espirituais para a edifica\u00e7\u00e3o da sua vida e da igreja?<\/p>\n<p>Fique na Paz!<\/p>\n<p><em>Esse artigo foi adaptado do artigo original do nosso irm\u00e3o Mois\u00e9s Brasil. Voc\u00ea pode acompanhar o seu trabalho excepcional atrav\u00e9s do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/moisesbrasilmaciel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">YouTube<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/moises.brasil.maciel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instagram<\/a>.<\/em><\/p>\n<h3>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/h3>\n<ul>\n<li>BONNKE, Reinhard. <em>Os dons do Esp\u00edrito Santo em a\u00e7\u00e3o<\/em>. Belo Horizonte: Bello Publica\u00e7\u00f5es, 2013.<\/li>\n<li>STORMS, Sam. <em>Dons espirituais: uma introdu\u00e7\u00e3o b\u00edblica, teol\u00f3gica e pastoral<\/em>. S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 2014.<\/li>\n<li>SUBIR\u00c1, Luciano Pereira. <em>O falar em l\u00ednguas: a linguagem sobrenatural de ora\u00e7\u00e3o<\/em>. Curitiba: Orvalho, 1998.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio aos debates teol\u00f3gicos de hoje, poucos assuntos despertam tanto fasc\u00ednio e tanta controv\u00e9rsia quanto a atua\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo na Igreja. O Novo Testamento, especificamente na Primeira Carta de Paulo aos Cor\u00edntios (1Co 12.1-11), apresenta uma lista de dons espirituais. Paulo aponta que eles s\u00e3o dados pelo Esp\u00edrito Santo. 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